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Ibó
Procópio Carvalho
Santa Rita
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ramal de Santa Rita-1935
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 1996
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| Cia. Paulista de
Estradas de Ferro (1898-1960) |
PROCÓPIO
CARVALHO
(antiga TOMBADOURO)
Município de Santa Rita do Passa Quatro,
SP |
| Ramal de Santa Rita-km 17,293 (1958) |
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SP-2739 |
| Altitude: 646 m |
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Inauguração: 1898 |
| Uso atual: moradia (2015) |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1898 |
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| HISTORICO DA LINHA: O ramal de
Santa Rita originou-se da E. F. Santa Rita, aberta em 1884 por fazendeiros
da cidade de Santa Rita do Passa-Quatro, ligando Porto Ferreira a
essa cidade. Em 1891, a Cia. Paulista a comprou e trnasformou no ramal,
que era um de seus dois únicos com bitola estreita de 60 cm. Sem nunca
tê-la alargado, a Paulista o prolongou em 1913 até Moema (depois Bento
Carvalho) e em 1928 até Vassununga. O ramal funcionou até 11 de março
de 1960, quando foi desativado e os trilhos, arrancados. |
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A ESTAÇÃO: Aberta em 1898
e construída pelo empreiteiro João Julião com
o material de demolição de duas estações de navegação fluvial do rio
Mogi que haviam sido desativadas, Cedro e Cunha Bueno,
a estação de Tombadouro sobrevive até hoje, sendo
uma das duas únicas estações do ramal que conseguiram essa façanha.
O seu nome foi alterado para o atual - Procópio Carvalho
- em 01/02/1934, e é uma homenagem a um dos fazendeiros e políticos
da região. É uma casa de família, situada a cerca de um quilômetro
da pequena vila de Albinópolis, e mal conservada. "Está
de pé (em março de 2008), porém em precária situação. Lá reside
um casal de idosos - no momento estava apenas a mulher, Dona Valentina,
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e ela cultiva alguma coisa
no quintal como horta, e etc... A estação escapou de dois
incêndios, graças à ela que estava em casa. Numa das situações
o canavial ao lado estava em chamas e ela teve que recorrer
a uma fazenda vizinha para apagarem o fogo. Na outra, diante
de uma forte chuva, a fiação começou a estalar e pegar fogo.
Mesmo com medo ela desligou a
AO LADO: Procopio Carvalho, data desconhecida (Jornal do Porto,
11/2/2011).
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AO LADO: Acidente em Tombadouro (O Estado de S. Paulo, 28/5/1912).
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chave e depois repararam como puderam a fiação.
Eles estáo lá há uns 5 anos, vindos de Jundiaí. Segundo ela,
a mulher que é dona do local não cobra aluguel, em troca de algum
serviço e produtos da sua plantação. Dá dó ver um casal de
idosos naquela situação. Pelo menos na parte que ela usa como residência,
tudo bem cuidado e limpissimo. Onde era um armazém, há um monte de
entulhos que a dona mandou não mexer e prolifera um mau cheiro que
ela tenta eliminar abrindo a porta e deixando-a assim o dia inteiro.
Dos bens da estação, ainda segundo ela, tinha apenas uma mesa de escritório
bem forte e pesada e um dia apareceu um moço que a pegou e foi embora"
(Irineu Moura, 03/2008). Segundo o Edital da FEPASA de 21/9/1978,
a estação e seu pátio foram postos à venda
nessa data.
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Irineu Moura; Julio
Cesar de Paiva; Cia. Paulista: relatórios anuais, 1875-1969;
O Estado de S. Paulo, 1912; Museu Zequinha de Abreu, Santa Rita do
Passa Quatro; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
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A estação em atividade, anos 1940. Foto cedida
pelo Museu Zequinha de Abreu, Santa Rita do Passa Quatro |

A estação maltratada, em 03/07/1996. Foto Ralph
M. Giesbrecht |

A estação em 12/2006. Foto Julio Cesar de Paiva |

A antiga plataforma da estação, em 04/2008. Foto
Irineu Moura |
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| Atualização:
07.09.2015
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