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Piraquara
Leprosário
Pinhais
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(A partir de 1986):
Piraquara
Leprosário
Engenheiro Coral
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IBGE - 1960
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2002
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E. F. Paraná (n/d-1942)
Rede de Viação Paraná-Santa Catarina (1942-1946)
LEPROSÁRIO
Município de Piraquara, PR
km -   PR-2421
Altitude: -   Inauguração: n/d
Uso atual: demolida   com trilhos
Data de abertura do prédio atual: n/d (já demolida)
 
 
HISTORICO DA LINHA: A linha unindo Curitiba a Paranaguá, a mais antiga do Estado, foi aberta pela E. F. Paraná de Paranaguá a Morretes em 1883, chegando a Curitiba em fevereiro ded 1885. Durante seus 120 anos de existência ela pouco mudou, apenas dentro de Curitiba e na mudança de um ou outro túnel na serra. É considerada um dos marcos da engenharia ferroviária nacional, projetada por André Rebouças e construída por Teixeira Soares, depois de firmas estrangeiras recusarem a obra devido à dificuldade do trecho da serra, entre Morretes e Roça Nova. É também uma das poucas linhas que continua ter trens de passageiros, embora de forma turística apenas, desde os anos 1990, hoje explorado por uma concessionária privada, a Serra Verde. Em 1942, a E. F. Paraná foi englobada pela R. V. Paraná-Santa Catarina, e esta, em 1975, transformada em uma divisão da RFFSA. Em 1996, o trecho passou a ser operado pela ALL, que obteve a concessão da antiga RVPSC.
 
HISTÓRICO DA ESTAÇÃO: Leprosário era apenas uma parada que atendia aos funcionários do leprosário São Roque. Mais tarde consta que o nome da parada teria sido mudado para São Roque.

Foi fechada e desativada por volta de 1946 se levarmos em conta os Guias Levi, que a deixam de citar por essa época. Porém, os trens ainda paravam por ali até bem mais tarde: "Como meu pai era ferroviário, eu me lembro das minhas viagens de trem a partir de 1955, quando eu tinha 9 anos. Minha avó morava em Paranaguá e eu descia ao litoral quase todos os finais de semana. Portanto, lembro que a estação Leprosário São Roque (nota do autor: hoje Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná) ainda funcionava no início da década de 1960, como um posto de parada - uma plataforma de madeira que depois passou a ser de concreto, junto à estrada que corta a ferrovia no local, bancos para sentar, mas sem uma casa para controle ferroviário. Havia um desvio de trens no local, onde ficavam estacionados trens de serviço utilizados na manutenção da ferrovia. Não havia cruzamento de trens regulares, pois não havia estação para emissão dos 'Podes'" (Rubens Habitzreuter, 02/2005).

O Guia Geral de 1960 não mostrava mais a parada. A antiga parada, da qual ainda resta a plataforma, ficava na esquina da linha com a avenida Brasília.

(Fontes: Marcelo Barbosa; Rubens Habitzreuter; RVPSC: relatórios oficiais, 1920-59; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; IBGE, 1960)
     

Plataforma da antiga parada em 2/2011. Foto Marcelo Barbosa
   
     
     
     
Atualização: 08.08.2016
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.