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E. F. Paraná
(n/d-1942)
Rede de Viação Paraná-Santa Catarina (1942-1946)
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LEPROSÁRIO
Município de Piraquara, PR |
| km - |
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PR-2421 |
| Altitude: - |
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Inauguração: n/d |
| Uso atual: demolida |
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com trilhos |
| Data de abertura do prédio atual:
n/d (já demolida) |
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| HISTORICO DA LINHA:
A linha unindo Curitiba a Paranaguá,
a mais antiga do Estado, foi aberta pela E. F. Paraná de Paranaguá
a Morretes em 1883, chegando a Curitiba em fevereiro ded 1885. Durante
seus 120 anos de existência ela pouco mudou, apenas dentro de
Curitiba e na mudança de um ou outro túnel na serra.
É considerada um dos marcos da engenharia ferroviária
nacional, projetada por André Rebouças e construída
por Teixeira Soares, depois de firmas estrangeiras recusarem a obra
devido à dificuldade do trecho da serra, entre Morretes e Roça
Nova. É também uma das poucas linhas que continua ter
trens de passageiros, embora de forma turística apenas, desde
os anos 1990, hoje explorado por uma concessionária privada,
a Serra Verde. Em 1942, a E. F. Paraná foi englobada pela R.
V. Paraná-Santa Catarina, e esta, em 1975, transformada em
uma divisão da RFFSA. Em 1996, o trecho passou a ser operado
pela ALL, que obteve a concessão da antiga RVPSC. |
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HISTÓRICO DA ESTAÇÃO:
Leprosário era apenas uma parada que atendia aos funcionários
do leprosário São Roque. Mais tarde consta que
o nome da parada teria sido mudado para São Roque.
Foi fechada e desativada por volta de 1946 se levarmos em conta os
Guias Levi, que a deixam de citar por essa época. Porém,
os trens ainda paravam por ali até bem mais tarde: "Como
meu pai era ferroviário, eu me lembro das minhas viagens de
trem a partir de 1955, quando eu tinha 9 anos. Minha avó morava
em Paranaguá e eu descia ao litoral quase todos os finais de
semana. Portanto, lembro que a estação Leprosário
São Roque (nota do autor: hoje Hospital de Dermatologia Sanitária
do Paraná) ainda funcionava no início da década de 1960,
como um posto de parada - uma plataforma de madeira que depois passou
a ser de concreto, junto à estrada que corta a ferrovia no
local, bancos para sentar, mas sem uma casa para controle ferroviário.
Havia um desvio de trens no local, onde ficavam estacionados trens
de serviço utilizados na manutenção da ferrovia.
Não havia cruzamento de trens regulares, pois não havia
estação para emissão dos 'Podes'" (Rubens
Habitzreuter, 02/2005).
O Guia Geral de 1960 não mostrava mais a parada. A antiga parada,
da qual ainda resta a plataforma, ficava na esquina da linha com a
avenida Brasília.
(Fontes: Marcelo Barbosa; Rubens Habitzreuter; RVPSC:
relatórios oficiais, 1920-59; Guia Geral das Estradas de Ferro
do Brasil, 1960; IBGE, 1960) |
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Plataforma da antiga parada em 2/2011. Foto Marcelo Barbosa |
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| Atualização:
08.08.2016
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