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VXY Mogiana em MG
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Sete Quedas
Quilômetro 177
Campinas-EFS
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ramal de Campinas-1935
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: 2008
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E. F. Sorocabana (n/d-1971)
Fepasa (1971-c.1988)
QUILÔMETRO 177
Município de Campinas, SP
Ramal de Campinas - km 177   SP-3029
    Inauguração: n/d
Uso atual: moradia   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
 
HISTORICO DA LINHA: Em 1873, foi entregue pela Ituana a sua linha-tronco ligando a estação de Jundiaí da SPR a Itu, com bitola de 96 cm. A anexação da Ituana pela Sorocabana em 1892 alterou todo a história. O trecho foi prolongado até Mairinque, a bitola foi ampliada para 1 metro e o trecho entre Mairinque e Francisco Quirino foi prolongado até Campinas, dando origem ao ramal de Campinas. Em 1924, o ramal foi unido à partida da ex-Funilense, na nova estação da Sorocabana em Campinas. O ramal transportou passageiros até 1976. Durante os anos 80, o ramal foi sendo progressivamente desativado, à medida que se entregavam os trechos da variante da Fepasa unindo a estação de Boa Vista a Mairinque, em Guaianã. Em fins dos anos 80, o ramal já não existia mais, arrancando-se os trilhos restantes e passando-se a usar somente a variante.
 
A ESTAÇÃO: A estação do Quilômetro 177 era um posto com dois desvios além da linha de passagem, situado na entrada da cidade de Campinas. No desenho (esquema) encontrado do pátio da estação, aparece pelo menos um prédio, situado em um dos desvios e com uma divisão em duas salas, indicando "AG" que se supõe ser a sala do agente, e "CF", que não identifiquei. Havia ainda um desvio adicional que levava a uma construção não identificada, provavelmente um desvio particular. Segundo antigos usuários, não havia estação da EFS no km 177, apenas patio, mas havia algumas casas ferroviárias. Porém, há gente que afirma que a
ACIMA: Esquema do pátio do posto de km 177 (Copiado a mão de um relatório da Fepasa dos anos 1970). ABAIXO: A estação do Quilômetro 177 em Campinas (Foto Artur Silva em 11/9/2011).
estação existia, sim, e que ainda está lá. Realmente, as duas casas juntas em alvenaria lembram o desenho acima: há uma divisão entre "ag" e "cf": "A estação do km 177 da EFS está razoavelmente conservada. Construíram uma casa de cada lado o que dificulta sua observação. Era chamada, segundo moradores mais velhos do entorno, de "Chave da Pompéia", em homenagem ao bairro de sítios que ali havia. A família que hoje a habita não possui vínculos com a ferrovia. Fica a uns 150 metros da estação Pompéia do extinto VLT, ao lado de sua linha, já parcialmente aterrada naquele ponto" (C. A Filetti, 05/2005). Pelo aspecto da casa de alvenaria, pode ter sido aberto e construído na mesma época do ramal, ou seja, em 1914.
(Fontes: Artur Silva; C. A. Filetti; Fepasa: relatório, s/data; Museu da Companhia Paulista, Jundiaí; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)
     

A estação, em alvenaria, com uma casa de madeira anexa a ela, mais recente, em 05/2005. Foto C. A. Filetti
     
     
Atualização: 14.09.2011
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.