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E.
F. do Norte (1876-1890)
E. F. Central do Brasil (1890-1953) |
QUIRIRIM
Município
de Taubaté |
| Ramal de
São Paulo - km 352,686 |
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SP-0567 |
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Inauguração: 27.12.1876 |
| Uso atual: demolida |
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sem
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já
demolido)
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| HISTORICO
DA LINHA: Em 1869, foi constituída por fazendeiros do Vale do Paraíba
a E. F. do Norte (ou E. F. São Paulo-Rio), que abriu o primeiro trecho,
saindo da linha da SPR no Brás, em São Paulo, e chegando até a Penha.
Em 12/05/1877, chegou a Cachoeira (Paulista), onde, com bitola métrica,
encontrou-se com a E. F. Dom Pedro II, que vinha do Rio de Janeiro
e pertencia ao Governo Imperial, constituída em 1855 e com o ramal,
que saía do tronco em Barra do Piraí, Província do Rio, atingindo
Cachoeira no terminal navegável dois anos antes e com bitola larga
(1,60m). A inauguração oficial do encontro entre as duas ferrovias
se deu em 8/7/1877, com festas. As cidades da linha se desenvolveram,
e as que eram prósperas e ficaram fora dela viraram as "Cidades Mortas"...
O custo da baldeação em Cachoeira era alto, onerando os fretes e foi
uma das causas da decadência da produção de café no Vale do Paraíba.
Em 1889, com a queda do Império, a E. F. D. Pedro II passou a se chamar
E. F. Central do Brasil, que, em 1896, incorporou a já falida
E. F. do Norte, com o propósito de alargar a bitola e unificar as
2 linhas. O primeiro trecho ficou pronto em 1901 (Cacheoira-Taubaté)
e o trecho todo em 1908. Em 1957 a Central foi incorporada pela RFFSA.
O trecho entre Mogi e São José dos Campos foi abandonado no fim dos
anos 1980, pois a construção da variante do Parateí, mais ao norte,
foi aos poucos provando ser mais eficiente. Em 31 de outubro de 1998,
o transporte de passageiros entre o Rio e São Paulo foi desativado,
com o fim do Trem de Prata, mesmo ano em que a MRS passou a ser a
concessionária da linha. O transporte de subúrbios, existente desde
1914 no ramal, continua hoje entre o Brás e Estudantes, em Mogi e
no trecho D. Pedro II-Japeri, no RJ. |
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| A ESTAÇÃO:
Inaugurada em 1876 pela E. F. do Norte, o seu nome foi dado a partir
da Fazenda Quiririm, de propriedade de xxx. Em 1889/90 chegaram
os imigrantes italianos à região. A estação foi fechada em 1953, com
a retificação da linha entre Caçapava e Taubaté, linha
que passou a correr bem junto à via Dutra. Depois, foi demolida, somente
sobrando sua plataforma. O bairro de Quiririm fica na região
alta, deixando a plataforma da antiga estação e os poucos prédios
que sobraram na vila antiga isolados junto ao leito da antiga linha.
Uma das casas, de 1893, tornou-se um museu da imigração italiana e
fica a cerca de trezentos metros da estação. |
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A estação de Quiririm aparece ao fundo da foto;
à sua direita, a caixa d'água. À frente,
o casal Indiani e os trilhos, c. 1950. À esquerda na
foto aumentada ainda pode se ver o armazém da foto abaixo.
Foto do livro Quiririm, presença e história
italiana, Societá 30 di Aprile, Ed. Vogal |

A plataforma da estação foi o que sobrou, em 14/01/1999.
Foto Ralph M. Giesbrecht |

A plataforma da estação foi o que sobrou, em 14/01/1999.
Foto Ralph M. Giesbrecht |

O armazém da foto de 1950 é hoje um retaurante
francês, a cem metros da estação demolida.
Foto Ralph M. Giesbrecht em 14/01/1999 |
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| Atualização:
26.12.2009
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