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E. F. Central do
R. G. do Norte/Sampaio Correa (1919-1957)
Rede Ferroviária do Nordeste (1957-1975)
RFFSA (1975-1997) |
MELANCIAS
Município de Poço Branco, RN |
| Linha tronco da EFCN - km 76 (1960) |
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RN-4570 |
| Alitude: 105 m |
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Inauguração: 08.09.1919 |
| Uso atual: demolida |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: A linha da
E. F. Sampaio Correia foi aberta em 1906 até a estação
de Itapassaroca. Posteriormente foi estendida até Taipu (1907),
Baixa Verde (1910), Pedra Preta (1913), Itaretama (1918) e finalmente
Oscar Nelson e São Rafael (1949). 43 anos para se construir
uma linha de apenas 235 km que não ligava a nada. Nos anos
1980, os trens acabaram e nos 1990, os cargueiros. Ficaram somente
os trens de subúrbio operados primeiro pela RFFSA e depois
pela CBTU e que chegam somente a Ceará-Mirim, a 39 km de Natal.
O resto da linha está abandonada. |
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A ESTAÇÃO: A estação
de Melancia foi inaugurada em 1919. "Dona Sebastiana
conta que saía do povoado de Cravolândia, a cavalo ou a pé, por volta
das 8h da manhã para apanhar o trem na estação das Melancias às 10
h. A estação não deixou saudade apenas em Dona Sebastiana. Sem opções
de transporte, quem morava nos distritos da Pouza, Lagoa do Juazeiro,
Acauã, Xavier, Serrote, Jerimum, Fazenda Gangorra, Samambaia, Baixos,
Contador e Cravo optavam por embarcar no trem na Estação da Melancia.
Dona Sebastiana conta que perdeu as contas de quantas vezes fez
este percurso, mas confirma que a ida era mais tranquila, através
do Trem do Horário, que chegava a Natal por volta das 14 h – se não
houvesse atrasos. Já a volta até Cravolândia era feita em outro trem:
o Motriz. O retorno durava mais de 5 horas, iniciado por volta das
16h, com chegada a Melancia após as 21h. Assim como do sistema ferroviário
potiguar, da Estação da Melancia restam apenas saudades e ruínas que
estão entre o Assentamento Melancia e a BR-406" (http://blogdepocobranco.blogspot.com).
(Fontes: Daniel Gentili; http://blogdepocobranco.blogspot.com;
Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Mapa - acervo R.
M. Giesbrecht) |
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A parada, em ruínas e cheia de mato. http://blogdepocobranco.blogspot.com |
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| Atualização:
28.08.2011
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