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V. F. Sapucaí
(1900-1910)
Rede Sul-Mineira (1910-1931)
Rede Mineira de Viação (1931-1965)
V. F. Centro-Oeste (1965-1975)
RFFSA (1975-1986) |
RENÓ
(RENNÓ)
Município de Santa Rita do Sapucaí,
MG |
| Ramal de Sapucaí - km 218,878 (1960) |
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MG-3258 |
| Altitude: 821 m |
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Inauguração: 01.08.1900 |
| Uso atual: demolida |
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sem trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já demolida) |
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| HISTORICO DA LINHA: A Viação
Férrea do Sapucaí, aberta como E. F. do Sapucaí
em 1887, inaugurou o primeiro trecho de linha até Itajubá
em 1891, partindo de Soledade, na E. F. Minas e Rio. Em 1897 chegou
a Sapucaí, na divisa com São Paulo, tendo cedido o trecho
que chegava a Itapira à Mogiana bem antes disso. Incorporada
pela Rede Sul-Mineira em 1910, daí à RMV em 1931, VFCO
em 1965 e finalmente à RFFSA em 1975, os trens de passageiros
deixaram de circular no final dos anos 1970 e os trilhos foram retirados
a partir de 1986. |
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A ESTAÇÃO: A estação
de Renó foi inaugurada em 1900. Sem mais dados. O nome
parece ser devido à família Rennó, de
influência na cidade. A estação pode ter sido
construída em terras pertencentes a eles, na fazenda do mesmo
nome que tinha imensos cafezais. "Acho que descobri também
a localização da estação Rennó, entre

ACIMA: Ainda se pode ver parte da plataforma da antiga
e já demolida estação de Rennó junto à
creca e com arbustos crescendo sobre ela (Foto Douglas Razaboni em
23/6/2011). ABAIXO: Linha (em preto) da V. F. Sapucaí em 1933,
mostrando a estação de Renó (no canto direito).
PARA VER AREA MAIOR CLIQUE SOBRE O MAPA (Acervo Arquivo Publico Mineiro).
Olegário Maciel e Santa Rita do Sapucaí. Na verdade, imagino
que seja numa antiga sede de fazenda, bem grande, com várias casas
(algumas muito bem conservadas e aparentemente habitadas até hoje),
igreja, olaria, casas de comércio, etc. Deve estar a uns 6km de Santa
Rita. Não tinha sinal de plataforma ou restos da estação, mas o antigo
leito da ferrovia é nítido na frente do casario. Também não tinha
viva alma para confirmar" (Douglas Razaboni, 11/5/2011).
Um mês depois, ele voltou ao local e achou os restos da plataforma,
como se pode ver pela fotografia acima.
(Fontes: Douglas Razaboni; Arquivo Publico
Mineiro; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960)
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| Atualização:
25.12.2013
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