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Cie. Auxiliaire
des Chemins de Fer au Brésil (1910-1920)
V. F. Rio Grande do Sul (1920-1975)
RFFSA (1975-1996) |
EREBANGO
Município de Erebango, RS |
| Linha Marcelino Ramos-Santa Maria - km
113,119 (1960) |
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RS-1458 |
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Inauguração: 03.05.1910 |
| Uso atual: desconhecido |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1910 |
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| HISTORICO DA LINHA: A linha unindo
Marcelino Ramos e Santa Maria foi ideealizada em 1889 juntamente com
todo o trecho entrte Itararé, SP, e Santa Maria, RS, pelo engenheiro
Teixeira Soares, visando a ligação ferroviária
do Rio de Janeiro e São Paulo com o sul do País e também
a colonização de boa parte do percurso, locais ainda
virgens. A parte correspondente ao Estado do Rio Grande do Sul acabou
sendo construída separadamente do restante do trecho (que seria
chamado de linha Itararé-Uruguai) e entregue em 1894 à
Cie. Sud Ouest Brésilien, e em 1907 cedida à Cie. Auxiliaire
au Brésil. Em 1920, passou para o Governo, formando-se a Viação
Férrea do Rio Grande do Sul, que, em 1969, teve as operações
absorvidas pela RFFSA. Com parte do trecho desativada em meados dos
anos 1990, em 1996 a ALL recebeu a concessão da linha, bem
como de todas as outras ainda existentes no Estado. Trens de passageiros
circularam até os anos 1980 pela linha. |
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A ESTAÇÃO: A estação
de Erebango foi aberta em 1910 pela Cie. Auxiliaire. É
feita em madeira e alvenaria e ainda está de pé ao lado
da linha desativada. Em julho de 1915, foi entregue a ferrovia de
Quatro Irmãos, construído para a Jewish Colonization
Co., com 20 km e partindo da estação de Erebango.
Ele deveria atingir o povoado de Noroahy, municipio de Palmeira,
com 75 km. O ramal entregue tinha duas estações, uma
não identificada, a segunda, Quatro Irmãos, "futura
sede de colônia". O tráfego era definido como público, mas jamais
encontrei referências a ele nos Guias Levi. Pelo que verifiquei,
o ramal ainda existia nos anos 1940 e jamais passou de Quatro Irmãos.
Em 2008, a estação, desativada desde os anos 1980, estava
em bom estado de conservação, pelo menos externamente.
Seu uso me é desconhecido.
(Fontes: IPHAE: Patrimônio Ferroviário
do Rio Grande do Sul, 2002; www.educarede.org.br; revista Brazil Ferrocarril,
15/7/1915; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
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A estação, c. 2000. Foto do livro Patrimônio
Ferroviário do Rio Grande do Sul, IPHAE, p. 224 |

A estação em 2008. www.educarede.org.br |
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| Atualização:
08.11.2010
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