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| E.
F. Resende-Bocaina (1892-1928) |
SÃO
JOSÉ DO BARREIRO
Município
de São José do Barreiro, SP |
| tronco
- km 38,8 |
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SP-2838 |
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Inauguração: 19.02.1892 |
| Uso atual: sede
de sindicato rural |
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sem
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: anos
90 (século XIX) |
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| HISTORICO
DA LINHA: A E. F. Resende a Bocaina foi aberta em 1877, em seu primeiro
trecho ligando a estação de Suruby, RJ (mais tarde,
Oliveira Botelho), no ramal de São Paulo da E. F. Dom Pedro
II (depois Central do Brasil) à estação de Estalo.
Somente nos anos 1890 é que atingiu a cidade de São
José do Barreiro, SP, na serra da Bocaina (daí o nome
da ferrovia), com bitola métrica, totalizando 39 km de linha.
No final de 1928, ela foi desativada devido a enormes prejuízos
e depois de várias tentativas para ser incorporada à
Central. Foi vendida para a Usina Tamoio, da família Morganti,
desativada e teve o material rodante, três locomotivas a vapor,
transferido para a suas usinas em Piracicaba e Araraquara, SP. Hoje,
oitenta anos depois, somente restam dela algumas pontes e a estação
de S. J. do Barreiro. |
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| A ESTAÇÃO:
A estação de São José do Barreiro
foi aberta na última década do século XIX, junto
com o prolongamento que vinha de Formoso. Também era
conhecida como estação do Barreiro. Era a estação
terminal desde a sua inauguração, embora também
fosse citada como terminal a estação de Tibiriçá,
aparentemente uma pequena parada junto ao girador de locomotivas,
pouco mais à frente. Desta, a ferrovia deveria seguir para
Areias e chegar a Queluz e Itatiaia, enquanto
outros dois ramais eram também previstos: um para Cruzeiro
e outro para Paraty. Nenhum deles acabou sendo construído.
O prédio da estação, depois de servir por muitos
anos como Câmara Municipal, é hoje sede do sindicato
rural do município. (Fonte: Marco A. Giffoni) |
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A estação, em 2001. Foto Marco Giffoni |
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| Atualização:
21.02.2005
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