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E. F. Central do Brasil (1913-1975)
RFFSA (1975-1996) |
SÃO
SILVESTRE
Município
de Jacareí, SP |
| Ramal de
São Paulo- km 421,361 |
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SP-2867 |
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Inauguração: 22.01.1913 |
| Uso atual: fechada |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d
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| HISTORICO
DA LINHA: Em 1869, foi constituída por fazendeiros do Vale do Paraíba
a E. F. do Norte (ou E. F. São Paulo-Rio), que abriu o primeiro trecho,
saindo da linha da S.P.R. no Brás, em São Paulo, e chegando até a
Penha. Em 12/05/1877, chegou a Cachoeira (Paulista), onde, com bitola
métrica, encontrou-se com a E.F.Dom Pedro II, que vinha do Rio de
Janeiro e pertencia ao Governo Imperial, constituída em 1855 e com
o ramal, que saía do tronco em Barra do Piraí, Província do Rio, atingindo
Cachoeira no terminal navegável dois anos antes e com bitola larga
(1,60m). A inauguração oficial do encontro entre as duas ferrovias
se deu em 8/7/1877, com festas. As cidades da linha se desenvolveram,
e as que eram prósperas e ficaram fora dela viraram as "Cidades Mortas"...
O custo da baldeação em Cachoeira era alto, onerando os fretes e foi
uma das causas da decadência da produção de café no Vale do Paraíba.
Em 1889, com a queda do Império, a E.F.D.Pedro II passou a se chamar
E.F.Central do Brasil, que, em 1890, incorporou a E.F. do Norte, com
o propósito de alargar a bitola e unificá-las. Os trabalhos começaram
em 1902 e terminaram somente em 1908. Em 1957 a Central foi incorporada
pela Refesa. O trecho entre Mogi e São José dos Campos foi abandonado
no fim dos anos 80, pois a construção da variante do Parateí, mais
ao norte, foi aos poucos provando ser mais eficiente. Em 31 de outubro
de 1998, o transporte de passageiros entre o Rio e São Paulo foi desativado,
com o fim do Trem de Prata, mesmo ano em que a MRS passou a ser a
concessionária da linha. O transporte de subúrbios, existente desde
os anos 20 no ramal, continua hoje entre o Brás e Estudantes, em Mogi.
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| A ESTAÇÃO:
A estação de São Silvestre foi inaugurada em
1913, em terras de uma fazenda com o mesmo nome que criava gado holandês.
o prédio atual foi provavelmente construído nos anos
1920, por seu estilo, o que leva a crer que o prédio da estação
original era outro. Entre esta estação e a de Guararema, existia
o túnel das Piluleiras, com 200 m de extensão e hoje abandonado
na linha velha, que foi substituída na primeira década
do século 20, quando da ampliação da bitola.
A estação foi desativada há anos, invadida e tornando-se moradia,
cercada de árvores que dificultavam até sua identificação. Com a reativação
do trecho entre César de Souza e esta estação,
em março de 2003, para o transporte de carga da Celulose
Votorantim, a estação foi retirada do abandono,
estando hoje fechada e bem conservada, ao lado da fábrica do
grupo. Ao seu lado, um ramal, que possivelmente entra na fábrica
(2006). "Esse desvio começou a ser construído quando os vagões
que transportam madeira entraram em operação no ano passado, a descarga
deles é realizada aí como podem ver pela foto. No ano passado quando
estive lá pela última vez o desvio já havia sido aberto (a outra chave
fica próxima a chave da linha que vai para a fábrica) mas ainda não
havia chegado até a estação" (Marco Giffoni, 11/2006). (Fontes:
Kelso Medici, 2006; Coaraci Camargo, 2006; Gledson, 2003; Marco Giffoni,
2006; Vias Brasileiras de Comunicação, Max Vasconcellos,
1928; Guias Levi, 1932-1980) |
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A estação em 14/10/1992. Foto Kelso Medici |

A estação em 19/02/1994. Foto Kelso Medici |

A estação, escondida na mata, em 28/10/2000. Foto
Ralph M. Giesbrecht |

Perto da estação, uma construção
curiosa da EFCB, de 1926. Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação em 09/2002. Foto Adriano Martins |

A estação reformada, em 06/2003. Foto Gledson,
de Mogi das Cruzes |

A estação reformada, em 06/2003. Foto Gledson,
de Mogi das Cruzes |

A estação em 05/11/2006. Notar que há um
desvio que passa ao lado dela, o que não existia. Foto
Coaraci Camargo |
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| Atualização:
06.11.2006
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