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Cia.
Mogiana de Estradas de Ferro (1930-1971)
Fepasa (1971-1998) |
TAJÁ
Município
de Águas da Prata, SP |
| Ramal de
Caldas - km |
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SP-2473 |
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Inauguração: 24.11.1930 |
| Uso atual: demolida
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1930
(já demolido) |
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| HISTORICO
DA LINHA: O ramal de Caldas foi inaugurado em 1886, para trazer mercadorias
da região de São João da Boa Vista e de Poços de Caldas (na época
conhecida como Caldas), já em território mineiro. O ramal seguiu,
entretanto, deficitário por muitos anos, chegando a ter, de tempos
em tempos, seus trens de passageiros suspenso devido a isso. Porém,
acabou por ser o único de todos os ramais da Mogiana que permanece
ativo até hoje, por causa do transporte de minério de alumínio da
estação de Bauxita, uma antes da de Poços de Caldas. Trens de passageiros
circularam pela linha até fins de 1976, quando foram suprimidos. Até
meados dos anos 90, um trem turístico ainda percorria em determinadas
ocasiões o ramal, mas hoje nem ele existe. Os trilhos, entretanto,
foram retirados no trecho terminal em Poços de Caldas. |
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| A ESTAÇÃO:
Tajá teve vida curta, tendo sido inaugurada como posto telegráfico
em 1930. Em 01/08/1969, ainda como posto, foi fechado, e transformado
em parada, "levando-se em conta não existir interesse para a Estrada
na sua permanência, uma vez que não mais era utilizado para cruzamento
de trens na serra, visto dispor aomente de um pequeno desvio, comportando
cerca de seis veículos, insuficiente, portanto, para atender as atuais
composições tracionadas por locomotivas diesel-elétricas GL, que conduzem
de oito a nove vagões carregados, ou treze vazios" (*RM-1969).
"Sou de Poços de Caldas, nasci em 1953, e aquele trem
faz parte da minha vida. Desci de Bauxita a Águas da Prata
à pé com minha filha. Assamos linguiça pra comer
com pão onde foi Tajá. Era uma mini-estação
e uma casa só talvez. Lá vi em 1959 ou 60 uma locomotiva
a vapor que saiu dos trilhos e rolou uns 50 metros na encosta"
(Paulo Romeu Bissoli, 10/2004). "A estação está
totalmente destruída (só restou uma parte da plataforma e um resto
da casa de turma). Ela se encontra a menos de 200 metros do viaduto
(Ponte de Tajá). O acesso a estação é feito somente pelos trilhos
do Ramal de Caldas, não há como chegar de carro até ela"
(Humberto Júnior, Douglas Bulhões, Thiago Fogarolli e João Elias,
01/2006) |
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Algumas pedras, o que sobrou de Tajá, em 20/08/2005.
Foto Humberto Júnior, Douglas Bulhões, Thiago Fogarolli e João
Elias |

Algumas pedras, o que sobrou de Tajá, em 20/08/2005.
Foto Humberto Júnior, Douglas Bulhões, Thiago Fogarolli e João
Elias |
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| Atualização:
12.08.2007
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