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Cia.
Carril Funilense (1899-1921)
E. F. Sorocabana (1921-1960) |
USINA
ESTER (antiga FUNIL)
Município
de Cosmópolis, SP |
| Linha-tronco
da Funilense-km |
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SP-2943 |
| Ramal de Pádua
Salles - km 39,620 |
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Inauguração: 1899 |
| Uso atual: n/d
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sem
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d
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| HISTORICO
DA LINHA: A Cia. Carril Funilense foi inaugurada em 18/09/1899 pela
Cia. Agrícola Funilense, de Funil (hoje Cosmópolis), com bitola de
60 cm, saindo do centro de Campinas e chegando até a atual Cosmópolis,
na época chamada de Barão Geraldo de Rezende. Em 1904, por parte de
um empréstimo não honrado, o Governo do Estado ficou com a ferrovia.
Em 1906, a bitola foi ampliada para a métrica; em 1913, a ferrovia
já chegava ao seu ponto máximo, em Pádua Salles, margem do rio Mogi-Guaçu.
Em 01/09/1921, a Sorocabana incorporou a linha, que em 1924 passou
a sair da nova estação da EFS em Campinas, e com o nome de Ramal de
Pádua Salles, com 93 quilômetros. A linha foi fechada no início de
1960, tendo os trilhos arrancados pouco tempo depois. Hoje são bem
poucos os resquícios da velha Funilense. |
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| A ESTAÇÃO:
A "chave" de Funil foi inaugurada em 1899 para atender a fazenda
Funil, pertencente aos diretores da Funilense e um pouco
antes do núcleo Campos Salles. "A Carril Agrícola Funilense
sofreu várias denúncias junto à Secretaria Estadual de Viação e Obras
sobre suas tarifas, que eram mais baixas que as demais e que, por
isso, não conseguia obter o mínimo necessário para se automanter.
Em 1904, de fato, a diretoria da linha férrea a entregou ao Estado
pelo valor de R$ 161:040$000 "além do privilégio, direitos e ações,
o patrimônio da Carril Agrícola Funilense (...) que consiste de 40.685
metros de leito, com 0,60m. de bitola e trilhos de 14,9 quilos por
metro; uma locomotiva em más condições e quatro gôndolas com rodeiros
inutilizados; de um carro de segunda classe imprestável, de 200 trilhos
de 14,9 kg (...) da linha telegráfica; das estações de José Paulino
e Barão Geraldo; das chaves Santa Genebra, Deserto, Engenho, João
Aranha e Funil; de três casas de pau-a-pique para as turmas; de quatro
caixas d'água feitas de madeira, em mau estado; da ponte de madeira
sobre o rio Atibaia, com vão de 30 metros e outro de 40 metros, necessitando
substituição de vigas e dormentes; e da ponte de viga metálica, para
pequena carga, sobre o Jaguari, de 45 metros" (Secretaria Estadual
de Viação e Obras Públicas, Carta hypotecaria sobre a Cia. Carril
Agrícola Funilense APESP - 1904, citada na Revista Nossa Estrada,
número 03). Em 1905, na fazenda, foi instalada a Usina Esther,
para a produção de açúcar de cana. Com o tempo, a estação, nos anos
10, tomou o nome da usina. Foi fechada com a linha, em 1960, mas o
prédio permanece em seu lugar, dentro da usina, até hoje. |
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A frota de locomotivas da usina Ester, em 15/11/1934. Foto cedida
por J. Carlos Bratfich |

Trem de carga na usina, sem data. Foto cedida por Wanderley
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| Atualização:
15.04.2006
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