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Guaratinguetá
Engenheiro Neiva
Lorena
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2001
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E. F. Central do
Brasil (1921-1975)
RFFSA (1975-1998)
MRS (1998-2004) |
ENGENHEIRO
NEIVA
Município de Guaratinguetá,
SP |
| Ramal de São Paulo - km 287,491 |
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SP-0318 |
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Inauguração: 04.07.1921 |
| Uso atual: estação |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: Em 1869,
foi constituída por fazendeiros do Vale do Paraíba a E. F. do Norte
(ou E. F. São Paulo-Rio), que abriu o primeiro trecho, saindo da linha
da SPR no Brás, em São Paulo, e chegando até a Penha. Em 12/05/1877,
chegou a Cachoeira (Paulista), onde, com bitola métrica, encontrou-se
com a E. F. Dom Pedro II, que vinha do Rio de Janeiro e pertencia
ao Governo Imperial, constituída em 1855 e com o ramal, que saía do
tronco em Barra do Piraí, Província do Rio, atingindo Cachoeira no
terminal navegável dois anos antes e com bitola larga (1,60m). A inauguração
oficial do encontro entre as duas ferrovias se deu em 8/7/1877, com
festas. As cidades da linha se desenvolveram, e as que eram prósperas
e ficaram fora dela viraram as "Cidades Mortas"... O custo da baldeação
em Cachoeira era alto, onerando os fretes e foi uma das causas da
decadência da produção de café no Vale do Paraíba. Em 1889, com a
queda do Império, a E. F. D. Pedro II passou a se chamar E. F. Central
do Brasil, que, em 1896, incorporou a já falida E. F. do Norte,
com o propósito de alargar a bitola e unificar as 2 linhas. O primeiro
trecho ficou pronto em 1901 (Cacheoira-Taubaté) e o trecho
todo em 1908. Em 1957 a Central foi incorporada pela RFFSA. O trecho
entre Mogi e São José dos Campos foi abandonado no fim dos anos 1980,
pois a construção da variante do Parateí, mais ao norte, foi aos poucos
provando ser mais eficiente. Em 31 de outubro de 1998, o transporte
de passageiros entre o Rio e São Paulo foi desativado, com o fim do
Trem de Prata, mesmo ano em que a MRS passou a ser a concessionária
da linha. O transporte de subúrbios, existente desde 1914 no ramal,
continua hoje entre o Brás e Estudantes, em Mogi e no trecho D. Pedro
II-Japeri, no RJ. |
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A ESTAÇÃO: A estação de
Engenheiro Neiva foi inaugurada em 1921, e seu nome era um
homenagem a Lucas Soares Neiva, sub-diretor da 5a. seção da
Central do Brasil. Engenheiro Neiva é hoje um bairro
industrial, e perto da estação chega o ramal da BASF,

ACIMA: Na madrugada de um sábado da primeira
quinzena de maio de 1926, chocaram-se entre Engenheiro Neiva e Guaratinguetá
os dois primeiros noturnos saídos na noite da sexta-feira de
São Paulo para o Rio e o do sentido contrário, "tendo
havido algumas victimas a lamentar" (Revista da Semana, 15/5/1926).
ABAIXO: Da estação antiga de Engenheiro Neiva, desativada
e demolida já sem trilhos durante a construção
das variantes da linha, sobrou apenas uma das estruturas de cobertura
de plataforma, feita em trilhos (Foto Margo Giffoni em fevereiro de
2011).
recentemente
construído. Tem um pátio grande que facilita o cruzamento dos trens,
não havendo livre trânsito de automóveis naquele local. Com uma cerca
de arame com a placa da MRS delimitando o local, a estação
- que não é a original, bombardeada em 1932 - foi recentemente
reformada pela MRS (2002) e reaberta.
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local, 1999;
Manoel Monachesi; Marco Giffoni; Nelson Correia; Marcello Talamo;
Revista da Semana, 15/5/1926; Max Vasconcellos:
Vias Brasileiras de Communicação, 1928; Mapa - acervo
R. M. Giesbrecht) |
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A estação bombardeada durante a revolução
de 1932. Foto cedida por Marcello Talamo |

A estação bombardeada, em 1932. Foto cedida por
Marco Giffoni |

A estação nos anos 1980. Foto Manoel Monachesi
A estação, em 04/08/2001. Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação, em 04/08/2001. Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação, em 01/10/2002, depois da reforma da
MRS. Foto Nelson Correia |

A estação, em 01/10/2002, depois da reforma da
MRS. Foto Nelson Correia |
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| Atualização:
27.02.2011
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