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E.
F. Central do Brasil (1921-1969)
RFFSA (1969-1998)
MRS (1998-2004) |
ENGENHEIRO
NEIVA
Município
de Guaratinguetá, SP |
| Ramal de
São Paulo - km 287,491 |
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SP-0318 |
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Inauguração: 04.07.1921 |
| Uso atual: estação |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d
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| HISTORICO
DA LINHA: Em 1869, foi constituída por fazendeiros do Vale do Paraíba
a E. F. do Norte (ou E. F. São Paulo-Rio), que abriu o primeiro trecho,
saindo da linha da S.P.R. no Brás, em São Paulo, e chegando até a
Penha. Em 12/05/1877, chegou a Cachoeira (Paulista), onde, com bitola
métrica, encontrou-se com a E.F.Dom Pedro II, que vinha do Rio de
Janeiro e pertencia ao Governo Imperial, constituída em 1855 e com
o ramal, que saía do tronco em Barra do Piraí, Província do Rio, atingindo
Cachoeira no terminal navegável dois anos antes e com bitola larga
(1,60m). A inauguração oficial do encontro entre as duas ferrovias
se deu em 8/7/1877, com festas. As cidades da linha se desenvolveram,
e as que eram prósperas e ficaram fora dela viraram as "Cidades Mortas"...
O custo da baldeação em Cachoeira era alto, onerando os fretes e foi
uma das causas da decadência da produção de café no Vale do Paraíba.
Em 1889, com a queda do Império, a E.F.D.Pedro II passou a se chamar
E.F.Central do Brasil, que, em 1890, incorporou a E.F. do Norte, com
o propósito de alargar a bitola e unificá-las. Os trabalhos começaram
em 1902 e terminaram somente em 1908. Em 1957 a Central foi incorporada
pela Refesa. O trecho entre Mogi e São José dos Campos foi abandonado
no fim dos anos 80, pois a construção da variante do Parateí, mais
ao norte, foi aos poucos provando ser mais eficiente. Em 31 de outubro
de 1998, o transporte de passageiros entre o Rio e São Paulo foi desativado,
com o fim do Trem de Prata, mesmo ano em que a MRS passou a ser a
concessionária da linha. O transporte de subúrbios, existente desde
os anos 20 no ramal, continua hoje entre o Brás e Estudantes, em Mogi.
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| A ESTAÇÃO:
A estação de Engenheiro Neiva foi inaugurada em 1921, e seu
nome era um homenagem a Lucas Soares Neiva, sub-diretor da
5a, seção da Central do Brasil. Engenheiro Neiva é hoje
um bairro industrial, e perto da estação chega o ramal da BASF,
recentemente construído. Tem um pátio grande que facilita o cruzamento
dos trens, não havendo livre trânsito de automóveis naquele local.
Com uma cerca de arame com a placa da MRS delimitando o local, a estação
foi recentemente reformada pela MRS (2002) e reaberta. |
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A estação bombardeada durante a revolução
de 1932. Foto cedida por Marcello Talamo |

A estação bombardeada, em 1932. Foto cedida por
Marco Giffoni |

A estação nos anos 1980. Foto Manoel Monachesi
A estação, em 04/08/2001. Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação, em 04/08/2001. Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação, em 01/10/2002, depois da reforma da
MRS. Foto Nelson Correia |

A estação, em 01/10/2002, depois da reforma da
MRS. Foto Nelson Correia |
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| Atualização:
05.05.2004
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