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E. F. Central do
Brasil (anos 1940 -1975)
RFFSA (1975-1996) |
FERRUGEM
Município de Belo Horizonte, MG |
| Linha do Paraopeba - km |
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MG-1215 |
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Inauguração: anos
1940 |
| Uso atual: demolida |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já demolido) |
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| HISTORICO DA LINHA: A linha do
Paraopeba, assim chamada porque durante boa parte de sua extensão
acompanha o rio do mesmo nome, foi construída em bitola larga,
provavelmente para aliviar o tráfego de trens entre o Rio de
Janeiro e Belo Horizonte que até sua abertura tinha de passar
pela zona de mineração da Linha do Centro, até
General Carneiro, onde saía a linha para a capital mineira.
Além disso, até então havia baldeação
para bitola métrica em Burnier, o que dificultava as operações
principalmente dos trens de passageiros entre as duas capitais. A
linha do Paraopeba, saindo da estação de Joaquim Murtinho,
foi aberta até a estação de João Ribeiro
em 1914 e até Belo Horizonte em 1917. Dali a General Carneiro
foi mantida a bitola de métrica no trecho já existente.
Com isso se estabelecia a ligação direta sem baldeações
entre o Rio e Belo Horizonte. O trem de passageiros trafegou por ali
até 1979, quando, depois de uma ou duas tentativas rápidas
de reativação, foi extinto. O movimento de cargueiros
continua intenso até hoje, com a concessionária MRS,
até a estação do Barreiro, próxima a BH,
e depois com a FCA até General Carneiro, agora sim com bitola
mista, métrica e larga. |
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| A ESTAÇÃO: A estação
de Ferrugem, aberta nos anos 1940 para atender aos trens de
subúrbio de Belo Horizonte, foi demolida por volta do
anos 2000, sobrando hoje no local apenas uma plataforma com a parte
de concreto da cobertura. Nada mais. "O que sobrou da estação
Ferrugem, da EFCB, em BH, no Barreiro foi a plataforma, que pode ser
percebida na parte inferior da foto. Até nos anos 70 a RFFSA circulava
trens de subúrbio entre o Barreiro e a estação Central de BH, promovendo
uma série de "reformas" para adequar os trens às estações e vice versa.
O resultado em Ferrugem foi desastroso, hoje tudo está abandonado
e semi demolido. Aqui saem 2 ramais, ambos em bitola mista (métrica
e larga), sendo um adentrando a Usina da Valourec Mannesmann e outro
saindo para a Cidade Industrial. Este último ainda permite acesso
às oficinas da Gevisa, onde há um contínuo trabalho de recuperação
e adaptação de locomoticas GE. FCA e MRS compartilham este trecho."
(Gutierrez L. Coelho, 11/2003) |
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A estação em 09/1999. Foto José Emílio
Buzelin |

O que sobra em 2003. Foto Gutierrez L. Coelho |
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| Atualização:
22.10.2011
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