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VXY Mogiana em MG
Indice de estações
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Corinto
Roça do Brejo
Santo Hipólito
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: S/D
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E. F. Vitória a Minas (1910-1923)
E. F. Central do Brasil (1923-1975)
RFFSA (1975-1994)
ROÇA DO BREJO
Município de Santo Hipólito, MG
Ramal de Diamantina - km 874,665 (1928)   MG-4283
Altitude: 548 m   Inauguração: 28.05.1910
Uso atual: desconhecido   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
 
HISTORICO DA LINHA: O ramal de Diamantina, que alcançava esta cidade saindo da estação de Corinto, na Linha do Centro da EFCB, foi aberto entre os anos de 1910 e 1913 pela E. F. Vitória a Minas, que, depois, em 1923 o repassou à Central do Brasil. Ele funcionou até o início dos anos 1970, quando teve os trens de passageiros desativados. Oficialmente o trecho somente foi suprimido pela RFFSA em 1994, mas segundo consta os trilhos já teriam sido arrancados antes disso...
 
A ESTAÇÃO: A estação de Roça do Brejo foi aberta em 1910. Em 1923 foi incorporada à Central do Brasil.

O pequeno bairro fica hoje logo à esquerda e muito próximo da Estrada Real, uma atração turística desenvolvida para que se siga, pelo menos em teoria, o antigo traçado dos tropeiros que buscavam ouro e pedras preciosas em Minas Gerais que depois eram levados aos portos de Parati e Rio de Janeiro durante o século XVIII.

Não tenho idéia da atual situação da antiga estação, desativada por volta de 1970, junto com o ramal de Diamantina.


ACIMA: No dia da inauguração da estação de Roça do Brejo (O Malho, 25/6/1910).
1923
AO LADO: Incorporação da estação à Central do Brasil (O Estado de S. Paulo, 24/1/1923).
1925
AO LADO: Acidente na estação (O Estado de S. Paulo, 19/12/1925).
"O trem (do ramal de Diamantina) era a mola-mestra da economia daqueles lugarejos. Saindo de Corinto, passava-se em Santo Hipólito, Roça do Brejo, Monjolos, Rodeador, Conselheiro Matta, Barão de Guaicuy e finalmente Diamantina. Excluindo Corinto e Diamantina, esses povoados dependiam 100% do trem. Não havia carros, tampouco estradas. Só trilhas de carro-de-boi e tropas de burro. Todo transporte de carga e de passageiros é a ferrovia que absorvia. Ninguém ali pensava em viver sem o trem"
AO LADO: Por Arnaldo de Rodeador, site www.gemasdaterra.org.br, entrada em 10/4/2009).
(Fontes: Daniel Gentili; O Malho, 1910; O Estado de S. Paulo, 1923 e 1925; Max Vasconcellos: Vias Brasileiras de Comunicação, 1928; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960)
     
     
     
Atualização: 14.01.2018
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.