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Indice
de estações
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Coelho da Rocha
Belford Roxo
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Saída para o ramal de Jaceruba (1883-1965): Areia
Branca
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Saída para o ramal de Xerém (1883-1965):
Aurora
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: 2008
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E.
F. Rio de Ouro (1883-n/d)
E. F. Central do Brasil (n/d-1965)
E. F. Leopoldina (1965-1975)
RFFSA (1975-1996)
Supervias (1996-2009) |
BELFORD
ROXO
Município
de Belford Roxo, RJ |
| E. F. Rio
do Ouro - km |
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RJ-1271 |
| Linha Pavuna-B.
Roxo - km |
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Inauguração: 1883 |
| Uso atual: estação
de trens metropolitanos |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1978
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| HISTORICO
DA LINHA: A Estrada de Ferro Rio do Ouro foi construída para construir
e cuidar dos reservatórios e do abastecimento de parte da cidade do
Rio de Janeiro e foi aberta ao tráfego de passageiros em 1883. Inicialmente
saía do Caju e mais tarde passou a ter como início a estação de Francisco
Sá. Depois dessa mudança o seu curso inicial foi alterado e ela passou
a acompanhar de muito próximo a linha Auxiliar até a estação de Del
Castilho, quando se separavam as linhas. Na estação da Pavuna elas
voltavam a se encontrar. O trecho final, até Belford Roxo, era compartilhado
com os trens metropolitanos da Auxiliar (depois da Leopoldina) em
bitola mista. Em meados dos anos 1960 os trens da Rio de Ouro, ainda
a vapor, embora tenham sido feito testes com locomotivas diesel, deixaram
de circular. A Rio de Ouro, encampada pela Central do Brasil nos anos
1920, tinha vários ramais e três deles sobreviveram como trens de
subúrbio até a mesma época da desativação da linha-tronco: os ramais
de Xerém, do Tinguá e de São Pedro (Jaceruba). Parte de sua linha-tronco
foi utilizada na construção da linha 2 do metrô
do Rio de Janeiro. |
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A ESTAÇÃO:
A estação de Belford Roxo foi aberta pela E.
F. Rio do Ouro, provavelmente com a linha, em 1883. "Antiga
fazenda do Brejo e anteriormente, Calhamaço, lembrando o antigo canal
do calhamaço aberto pelo Visconde de Barbacena (seu antigo proprietário),
e que formava um braço do Rio Sarapuy. Sua estação recebeu este nome
em homenagem a Raimundo Teixeira Belford Roxo, chefe da 1ª divisão
da inspetoria de águas. Havia em frente a esta estação um artístico
chafariz de ferro jorrando água, que o povo denominou de "Bica da
Mulata", cuja figura mitológica de uma mulher branca sobraçando uma
cornucópia oferecia aos passantes o líquido precioso, que a oxidação
do ferro transformou em "mulata", e era uma cópia da estátua existente
na Pavuna" (Segundo Guilherme Peres, pesquisador e membro
do

ACIMA: TUE na estação de Belford Roxo
em 1955 (Acervo Hugo Caramuru).
IPAHB). Mais tarde, com a desativação da
Rio de Ouro e sua incorporação de seus trechos pela
Central do Brasil através da linha Auxiliar (que mais tarde
foi passada para a Leopoldina, nos anos 1960, até a incorporação
dos subúrbios pela RFFSA, em 1971), a estação
foi ligada à estação da Pavuna, e a linha
passou a ser contínua desde a linha principal da Auxiliar.
Atualmente (2003), há trens metropolitanos da Supervias que
seguem para Belford Roxo - que é estação
terminal - direto desde a estação Dom Pedro II.
Até meados dos anos 1960, saíam de Belford Roxo
três linhas originárias da Rio de Ouro: os ramais de
Xerém e de Jaceruba. Destes hoje há pouquíssimos
resquícios. A estação atual foi inaugurada pelo
ministro dos Transportes, Gal. Dirceu Nogueira, em 04/04/1978.
(Fontes: Carlos Latuff; Wanderley Duck; Guilherme Peres;
IPAHB; Gazeta do Povo, Curitiba, PR, 5/4/1978; Max Vasconcellos, 1928) |
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A estação antiga, ao fundo, nos tempos ainda da
Rio de Ouro, sem data. Acervo Wanderley Duck |

A estação de Belford Roxo em 07/2003. Foto Carlos
Latuff |

A estação de Belford Roxo em 07/2003. Foto Carlos
Latuff |
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| Atualização:
27.12.2009
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