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E. F. Central do
Brasil (n/d-1965)
E. F. Leopoldina (1965-1975)
RFFSA (1975-1996) |
MANGUEIRAS
Município de |
| Linha Auxiliar - km |
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RJ-2334 |
| Altitude: - |
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Inauguração: n/d |
| Uso atual: demolida |
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com(?) trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA: A
chamada Linha Auxiliar foi construída pela E. F. Melhoramentos a partir
de 1892 e em 1898 foi entregue o trecho entre Mangueira (onde essa
linha e a do Centro se separam) e Entre Rios (Três Rios). O traçado
da serra, construído em livre aderência e com poucos túneis, foi projetado
por Paulo de Frontin, um dos incorporadores da estrada. Em 1903, a
E. F. Melhoramentos foi incorporada à E. F. Central do Brasil e passou
a se chamar Linha Auxiliar. Ferrovias foram incorporadas a ela, assim
como ramais construídos, dando origem à Rede de Viação Fluminense,
que tinha como tronco a Linha Auxiliar, sendo tudo gerido pela Central.
Na mesma época, o ramal de Porto Novo, que saía de Entre Rios, teve
a sua bitola estreitada para métrica e tornou-se a continuação da
Linha Auxiliar até Porto Novo, onde se entroncava com a Leopoldina.
No final dos anos 1950, este antigo ramal foi incorporado à E. F.
Leopoldina e a Linha Auxiliar passou a terminar de novo em Três Rios,
onde havia baldeação. A linha, entre o início e a estação de Japeri,
onde se encontra com a Linha do Centro pela primeira vez, transformou-se
em linha de trens de subúrbios, que operam até hoje; da mesma forma,
a linha se confunde com a Linha do Centro entre as estações de Paraíba
do Sul e Três Rios, onde, devido à diferença de bitolas entre as duas
redes, existe bitola mista. Nos anos 60, toda a linha passou para
a Leopoldina. A linha da Auxiliar teve o traçado alterado nos
anos 1970 quando boa parte dela foi usada para a linha cargueira Japeri-Arará,
entre Costa Barros e Japeri, ativa até hoje, bem como para
trens metropolitanos entre o Centro e Costa Barros. Entre Japeri e
Três Rios, entretanto, a linha está abandonada já desde
1996. |
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A ESTAÇÃO: Mangueiras
era uma parada, possivelmente a mesma que Max Vasconcellos
cita em seu livro de 1928, como Parada Sertão,
que servia à fazenda do mesmo nome. Ficava cerca de um quilômetro
antes da estação do mesmo nome (Sertão),
que depois teve o nome alterado para Conrado.
Não havia notícias dela no Guia Geral de 1960. Segundo
informações de Carlos Latuff em 2007, a parada
já foi demolida.

ACIMA: (Esquerda) Local de passagem da linha
férrea. Sob a árvora, restos da plataforma da parada.
(Direita) Casarão do bairro (Fotos Nelson Jr., 2010).
(Fontes: Carlos Latuff; Nelson Jr.; Max Vasconcellos:
Vias Brasileiras de Communicação. 1928; Mapa - acervo
R. M. Giesbrecht). |
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| Atualização:
30.08.2017
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