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| E.
F. Dom Pedro II (1858-1889) |
QUINTA
Município
de Rio de Janeiro, RJ |
| Linha do
Centro - km |
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RJ-1232 |
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Inauguração: 1858 |
| Uso atual: sapataria
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d
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| HISTORICO
DA LINHA: Primeira linha a ser construída pela E. F. Dom Pedro II,
que a partir de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil, era
a espinha dorsal de todo o seu sistema. O primeiro trecho foi entregue
em 1858, da estação Dom Pedro II até Belém (Japeri) e daí subiu a
serra das Araras, alcançando Barra do Piraí em 1864. Daqui a linha
seguiria para Minas Gerais, atingindo Juiz de Fora em 1875. A intenção
era atingir o rio São Francisco e dali partir para Belém do Pará.
Depois de passar a leste da futura Belo Horizonte, atingindo Pedro
Leopoldo em 1895, os trilhos atingiram Pirapora, às margens do São
Francisco, em 1910. A ponte ali constrruída foi pouco usada: a estação
de Independência, aberta em 1922 do outro lado do rio, foi utilizada
por pouco tempo. A própria linha do Centro acabou mudando de direção:
entre 1914 e 1926, da estação de Corinto foi construído um ramal para
Montes Claros que acabou se tornando o final da linha principal, fazendo
com que o antigo trecho final se tornasse o ramal de Pirapora. Em
1948, a linha foi prolongada até Monte Azul, final da linha onde havia
a ligação com a V. F. Leste Brasileiro que levava o trem até Salvador.
Pela linha do Centro passavam os trens para São Paulo (até 1998) até
Barra do Piraí, e para Belo Horizonte (até 1980) até Joaquim Murtinho,
estações onde tomavam os respectivos ramais para essas cidades. Antes
desta última, porém, havia mudança de bitola, de 1m60 para métrica,
na estação de Conselheiro Lafayete. Na baixada fluminense andam até
hoje os trens de subúrbio. Entre Japeri e Barra do Piraí havia
o "Barrinha", até 1996, e finalmente, entre Montes Claros e Monte
Azul os trens de passageiros sobreviveram até 1996, restos do antigo
trem que ia para a Bahia. Em resumo, a linha inteira ainda existe...
para trens cargueiros. |
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| A ESTAÇÃO:
A estação da Quinta - ou da Quinta da Boa
Vista - teria sido inaugurada em 1858, no início do funcionamento
da linha, de forma a atender exclusivamente os embarques da família
imperial. A suposição é que tenha sido fechada
com a deposição do Imperador em novembro de 1889, mas
não obtive dados adicionais sobre o assunto. O fato é
que ela continua lá até hoje, ao lado da linha em que
hoje trafegam os trens metropolitanos da Supervias, separadas por
um muro alto. Nela parece funcionar uma oficina de sapatos. |
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Estação da Quinta, sem data e ainda sem o muro.
Extraído do livro "A formação das estradas de ferro no Rio
de Janeiro", coleção Luiz Octavio Oliveira. |

Estação da Quinta, em 2004. Foto Carlos Latuff
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Estação da Quinta, em 2004. Foto Carlos Latuff
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Estação da Quinta, em 2004. Foto Carlos Latuff
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| Atualização:
20.08.2009
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