|
|
|
E. F. Rio de Ouro
(1897-1928)
E. F. Central do Brasil (1928-1970) |
INHAÚMA
Município de Rio de Janeiro, RJ |
| E. F. Rio de Ouro - km 8,854 (1938) |
|
RJ-0636 |
| Altitude: 18 m |
|
Inauguração: 23.08.1898 |
| Uso atual: demolida |
|
com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já demolido) |
| |
|
|
| |
| HISTORICO DA LINHA: A
Estrada de Ferro Rio do Ouro foi construída para construir e cuidar
dos reservatórios e do abastecimento de parte da cidade do Rio de
Janeiro e foi aberta ao tráfego de passageiros em 1883. Inicialmente
saía do Caju e mais tarde (1922) passou a ter como início a estação
de Francisco Sá. Depois dessa mudança o seu curso inicial foi alterado
e ela passou a acompanhar de muito próximo a linha Auxiliar até a
estação de Del Castilho, quando se separavam as linhas. Na estação
da Pavuna elas voltavam a se encontrar. O trecho final, até Belford
Roxo, era compartilhado com os trens metropolitanos da Auxiliar (depois
da Leopoldina) em bitola mista. Em 1970 os trens da Rio de Ouro, ainda
a vapor, embora tenham sido feito testes com locomotivas diesel, deixaram
de circular. A Rio de Ouro, encampada pela Central do Brasil nos anos
1920, tinha vários ramais e três deles sobreviveram como trens de
subúrbio até a mesma época da desativação da linha-tronco: os ramais
de Xerém, do Tinguá e de São Pedro (Jaceruba). Parte de sua linha-tronco
foi utilizada na construção da linha 2 do metrô
do Rio de Janeiro. |
| |
A ESTAÇÃO: A estação
de Inhaúma foi aberta em 1898 pela E. F. Rio de Ouro.
Com a desativação da ferrovia por volta de 1968, a estação
foi abandonada depois de servir como moradia e posteriormente demolida.
|
|
À ESQUERDA:
O fechamento - ou seja, construiu-se uma cerca à sua
volta com uma entrada apenas - da estação de
Inhaúma, no dia 13 de outubro de 1919, foi motivado
pela evasão de pagamento de bilhetes (Folha da Manhã,
19/10/1929).
|
ACIMA:
A estação já completamente abandonada em 1972,
de acordo com a reportagem de O Globo acima (3/12/1972 - Cessão
Carlos Melekh).
(Fontes: Orlando de Barros Barbosa;
Carlos Meleck; Folha da Manhã, 1929; Arquivo Nacional. Correio
da Manhã, RJ; Max Vasconcellos: Vias Brasileiras de Communicação,
1928) |
| |
|
|

A estação em 1968, já desativada. Acervo
Arquivo Nacional/Correio da Manhã |

A estação em 1968, já desativada. Acervo
Arquivo Nacional/Correio da Manhã |
|
| |
|
|
|
| |
|
|
| Atualização:
03.06.2017
|
|