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VXY Mogiana em MG
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Inoã
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: S/D
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E. F. Maricá (1894-1943)
E. F. Central do Brasil (1943-1960)
E. F. Leopoldina (1960-1964)
INOÃ
Município de Maricá, RJ
E. F. Maricá/Ramal de Cabo Frio - km 35,240 (1960)   RJ-1841
Altitude: 14 m   Inauguração: 1894
Uso atual: demolida   sem trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d (já demolida)
 
 
HISTORICO DA LINHA: A E. F. Maricá teve o seu primeiro trecho aberto em 1888, ligando as estações de Alcântara e Rio do Ouro. Em 1889 chegou a Itapeba e somente em 1894 a Marica. Em 1901, chegava a Manuel Ribeiro. Nilo Peçanha, como Presidente da Província do Rio e também da República, conseguiu a união da linha com a Leopoldina na estação de Neves, construída para esse entroncamento, e do outro lado prolongou a linha até Iguaba Grande. Em 1912, entretanto, o capital dos empresários da região acabou e a linha foi vendida à empresa francesa Com. Generale aux Chemins de Fer. Em 1933, o Governo Federal encampou a ferrovia e a prolongou, em 1936, até Cabo Frio, onde se embarcava sal das salinas das praias. Em 1943, a E. F. Marica foi passada para a Central do Brasil. Em fins dos anos 1950, passou para a Leopoldina. Os trens passaram a sair da estação de General Dutra, em Niterói, entrando no ramal em Neves. Em janeiro de 1962, parou o trecho Maricá-Cabo Frio. Em 1964, parou o trecho Virajaba-Maricá. Em 1965, somente seguiam trens de subúrbio ligando Niterói a Virajaba, com o resto do ramal já desativado. A ferrovia foi finalmente erradicada em 31/01/1966.
 
A ESTAÇÃO: A ferrovia E. F. Maricá chegou à estação de Inoã em 1894.

Foi prolongada sucessivamente até 1936, quando atingiu seu ponto máximo em Cabo Frio.

Em 1964, o trecho que passava por Inoã foi finalmente desativado, quando já era operado pela Leopoldina.

A estação foi demolida. "Em seu lugar está sendo erguido um outro prédio, acho que público. As placas no local da obra não identificam o que será futuramente. A casa do agente da estação esta de pé, alguns metros adiante, servindo como moradia" (Cleiton Pieruccini, outubro de 2008).

O prédio público é uma escola estadual. Alguns metros adiante se encontra uma velha casa do chefe da estação, já bastante deteriorada.

AO LADO: Acidentes em série com uma automotriz, que terminaram na estação de Inoã (O Estado de S. Paulo, 3/1/1939).

ACIMA: Embora seja a mesma foto exposta abaixo, está em melhor resolução e mostra o pátio da estação de Inoã (ou Inohan, na época) (Acervo Claudio Falcão).

(Fontes: Cleiton Pieruccini, 2009; Claudio Falcão; MaricaJá, 2003; O Estado de S. Paulo, 1939; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Guias Levi, 1932-80; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)
     

A estação de Inoã, ainda ativa, em foto sem data. Extraída da revista Maricá Já, no. 13, agosto/2003

A ex-casa do chefe da estação em abril de 2009. Foto Cleiton Pieruccini
     

   
 
     
Atualização: 28.04.2017
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.