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E. F. Leopoldina
(1926-1975)
RFFSA (1975-1996)
Supervias (1996-2002) |
BARÃO
DE MAUÁ
Município do Rio de Janeiro, RJ |
| Linha do Norte - km 0 |
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RJ-1291 |
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Inauguração: 06.12.1926 |
| Uso atual: fechada |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d |
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| HISTORICO DA LINHA:
A linha que unia o centro do Rio de Janeiro a Petrópolis e Três Rios
foi construída por empresas diferentes em tempos diferentes. Uma pequena
parte dela é a mais antiga do Brasil, construída pelo Barão de Mauá
em 1854 e que unia o porto de Mauá (Guia de Pacobaíba) à estação de
Raiz da Serra (Vila Inhomerim). O trecho entre esta última e a estação
de Piabetá foi incorporada pela E. F. Príncipe do Grão Pará, que construiu
o prolongamento até Petrópolis e Areal entre os anos de 1883 e 1886.
Finalmente a estação de Areal foi unida à de Três Rios em 1900, já
pela Leopoldina. Finalmente, o trecho entre o a estação de São Francisco
Xavier, na Central do Brasil, e Piabetá foi entregue entre 1886 e
1888 pela chamada E. F. Norte, que neste último ano foi comprada pela
R. J. Northern Railway. Finalmente, em 1890, a linha toda passou para
o controle da Leopoldina. Em 1926 a linha foi estendida finalmente
até a estação de Barão de Mauá, aberta nesse ano, eliminando-se a
baldeação em São Francisco Xavier. O trecho entre Vila Inhomerim e
Três Rios foi suprimido em 5 de novembro de 1964. Segue operando para
trens metropolitanos todo o trecho entre o centro do Rio de Janeiro
e Vila Inhomerim. |
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A ESTAÇÃO: A estação
de Barão de Mauá, cujo nome homenageou, claro,
Irineu Evangelista de Souza, pioneiro da ferrovia no Brasil,
foi inaugurada em 1926, dezessete anos depois do início das
discussões e pedidos de autorização para a sua
construção. A linha da Leopoldina começava na
estação de São Francisco Xavier, da Central,
o que forçava os passageiros à baldeação,
devido à diferença de bitolas. A história das
idas e vindas para a construção da estação
é bastante complicada, mas acabou por gerar uma

ACIMA: Ponte de ligação entre Barão de Mauá e Praia
Formosa sobre o Canal do Mangue. ABAIXO: Parte
das plataformas da estação Barão de Mauá,
abandonada (Fotos Eduardo
P. Moreira em abril de 2009).
discussão
acerca de se a estação deveria ter sido construída
comportando espaço para a linha Auxiliar da Central do Brasil
e da Rio de Ouro, as duas também de bitola métrica.
Em 1934, a discussão acabou com a vitória da Leopoldina:
a estação só serviria mesmo a ela, visto que
o Governo, dono da Central e da Rio de Ouro, não havia cumprido
a promessa de também pagar sua parte na sua construção.
Entre 1909 e 1926, a Leopoldina utilizou uma estação
provisória para o embarque em suas linhas, que haviam sido
prolongadas por volta de 1910 até a Praia Formosa. A
estação deixou de ser utilizada definitivamente para
embarque de passageiros em 2002 da antiga linha do Norte (até
Guapimirim e Saracuruna), quando todos os passageiros
passaram a embarcar na estação Dom Pedro II,
da antiga Central. Desde então está fechada e abandonada,
existindo hoje projetos para a sua transformação em
museu e/ou shopping center. (Veja também PRAIA
FORMOSA)
(Fontes: Eduardo P. Moreira, 2009; Carlos
Latuff; Fábio Motta/O Estado de S. Paulo, 2001; Marcelo Lordeiro;
Edmundo Siqueira: Resumo Histórico da Leopoldina Railway, 1938;
Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Guia Rex, 1995;
Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
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Fachada da estação de Barão de Mauá
pouco após a inauguração. A avenida na
frente é a atual Francisco Bicalho. Foto Preserve |
A estação em 2001. Foto Fábio Motta, de
O Estado de S. Paulo |
Saguão da estação em 2001. Foto Fábio
Motta, de O Estado de S. Paulo |

A estação em 2002. Foto Carlos Latuff |

Saguão da estação em 2002. Foto Carlos
Latuff |

A estação vista do viaduto. Foto Eduardo P. Moreira |
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| Atualização:
22.01.2012
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