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VXY Mogiana em MG
Indice de estações
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Praia Formosa
Barão de Mauá
Triagem
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Guia Rex - 1995
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: 2008
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E. F. Leopoldina (1926-1975)
RFFSA (1975-1996)
Supervias (1996-2001)
BARÃO DE MAUÁ
Município do Rio de Janeiro, RJ
Linha do Norte - km 0   RJ-1291
  Inauguração: 06.12.1926
Uso atual: fechada   com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
HISTORICO DA LINHA: A linha que unia o centro do Rio de Janeiro a Petrópolis e Três Rios foi construída por empresas diferentes em tempos diferentes. Uma pequena parte dela é a mais antiga do Brasil, construída pelo Barão de Mauá em 1854 e que unia o porto de Mauá (Guia de Pacobaíba) à estação de Raiz da Serra (Vila Inhomerim). O trecho entre esta última e a estação de Piabetá foi incorporada pela E. F. Príncipe do Grão Pará, que construiu o prolongamento até Petrópolis e Areal entre os anos de 1883 e 1886. Finalmente a estação de Areal foi unida à de Três Rios em 1900, já pela Leopoldina. Finalmente, o trecho entre o a estação de São Francisco Xavier, na Central do Brasil, e Piabetá foi entregue entre 1886 e 1888 pela chamada E. F. Norte, que neste último ano foi comprada pela R. J. Northern Railway. Finalmente, em 1890, a linha toda passou para o controle da Leopoldina. Em 1926 a linha foi estendida finalmente até a estação de Barão de Mauá, aberta nesse ano, eliminando-se a baldeação em São Francisco Xavier. O trecho entre Vila Inhomerim e Três Rios foi suprimido em 5 de novembro de 1964. Segue operando para trens metropolitanos todo o trecho entre o centro do Rio de Janeiro e Vila Inhomerim.
 
A ESTAÇÃO: A estação de Barão de Mauá, cujo nome homenageou, claro, Irineu Evangelista de Souza, pioneiro da ferrovia no Brasil, foi inaugurada em 1926, dezessete anos depois do início das discussões e pedidos de autorização para a sua construção. A linha da Leopoldina começava na estação de São Francisco Xavier, da Central, o que forçava os passageiros à baldeação, devido à diferença de bitolas. A história das idas e vindas para a construção da estação é bastante complicada, mas acabou por gerar uma discussão acerca de se a estação deveria ter sido construída comportando espaço para a linha Auxiliar da Central do Brasil e da Rio de Ouro, as duas também de bitola métrica. Em 1934, a discussão acabou com a vitória da Leopoldina: a estação só serviria mesmo a ela, visto que o Governo, dono da Central e da Rio de Ouro, não havia cumprido a promessa de também pagar sua parte na sua construção. Entre 1909 e 1926, a Leopoldina utilizou uma estação provisória para o embarque em suas linhas, que haviam sido prolongadas por volta de 1910 até a Praia Formosa. A estação deixou de ser utilizada definitivamente para embarque de passageiros desde o início do século XXI com todos os passageiros sendo transferidos para a estação Dom Pedro II, da antiga Central. Desde então está fechada e abandonada, existindo hoje projetos para a sua transformação em museu e/ou shopping center. (Veja também PRAIA FORMOSA)
     

Fachada da estação de Barão de Mauá pouco após a inauguração. A avenida na frente é a atual Francisco Bicalho. Foto Preserve

A estação em 2001. Foto Fábio Motta, de O Estado de S. Paulo

Saguão da estação em 2001. Foto Fábio Motta, de O Estado de S. Paulo

A estação em 2002. Foto Carlos Latuff

Saguão da estação em 2002. Foto Carlos Latuff
 
     
Atualização: 09.03.2009
Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.