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Indice
de estações
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(1906-1949)
Barbados
Colatina
Santa Joana
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: N/D
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| E.
F. Vitória a Minas (1906-1949) |
COLATINA
(PRIMEIRA ESTAÇÃO)
Município
de Colatina, ES |
| EFVM -
km |
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ES-3131 |
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Inauguração: 28.10.1906 |
| Uso atual: demolida |
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sem
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já
demolida) |
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| HISTORICO
DA LINHA: A E. F. Vitoria a Minas foi aberta em 1904 num pequeno trecho
a partir do porto de Vitória e tinha como objetivo principal
transportar as culturas da região ao longo do Rio Doce, especialmente
a produção de café. Com enormes dificuldades
ela foi avançando no sentido da cidade mineira de Diamantina;
em 1910, empresãrios ingleses a compraram para eletrificá-la
e transportar minério da região de Itabira. O seu objetivo
pasava a ser agora atingir Itabira e se encontrar com a futura linha
da EFCB que partindo de Sabará atingiria São José
da Lagoa (Nova Era). Em 1919 o empresário americano Percival
Farquhar a comprou e depois de inúmeras reviravoltas políticas,
a estrada, afinal nunca eletrificada, foi encampada pela recém-fundada
Cia. Vale do Rio Doce (CVRD) em 1942, a qual maneja a ferrovia até
hoje. Modernizou-a nos anos 1940, alterando o traçado acidentado
na região de Vitória, isto depois de a linha ter finalmente
se ligado à EFCB em Nova Era em 1937, Em 2002, o antigo ramal
de Nova Era foi totalmente modificado e a EFVM passou a comandar a
linha desde Vitória até a região de Belo Horizonte,
depois de passar por Itabira, região do minério de ferro.
É a ferrovia mais rentável do Brasil e uma das pouquíssimas
ferrovias a manter no País até hoje os trens de passageiros. |
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A ESTAÇÃO:
A estação de Colatina - a original - foi inaugurada
em 1906 (algumas fontes citam 1907). Até 1949, quando a linha
mudou de lugar e nela foi aberta uma segunda estação,
ela ficou servindo à EFVM. Foi demolida (Altair Malacarne,
08/2005). "Vendi muito pastel e lambari frito na primeira
estação da EFVM em Colatina, entre 1943 e 1946. Tinha eu 10 anos quando
comecei o meu "comércio". O curso da estrada de ferro, após percorrer
o centro da cidade, seguia pela encosta do morro sem nome situado
do lado esquerdo do rio Doce e transpunha o rio Santa Maria no bairro
Vila Nova, por uma ponte que ainda lá está. O rio Santa Maria circundava
o hoje bairro Esplanada formando ali um istmo, onde existia um campo
de futebol. A empresa Morrison do Brasil, criada especialmente para
empreitar as obras de retificação do traçado da ferrovia, para atingir
o seu objetivo, necessitou aterrar o trecho do rio Santa Maria até
a Vila Nova, no final da área que hoje tem o nome de bairro Esplanada.
Ali onde está situada a nova foz desse rio. O material para o aterro
de tão grande extensão foi conseguido mediante o desmonte do morro
das Cabritas" (Manoel Lucas Neto, 18/9/2009). (Veja
também COLATINA - Segunda estação;
COLATINA - Terceira estação)
(Fontes: Manoel Lucas Neto, 2009; Altair Malacarne;
Heráclio da Costa Amorim) |
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A estação, provavelmente anos 1930. Acervo Altair
Malacarne |

Ao centro da foto, à direita de uma árvore, a
primitiva estação. em 1915. Ao fundo, o rio Doce.
Acervo Heráclio da Costa Amorim, cessão Altair
Malacarne |

A plataforma da estação, à direita da foto,
sem data. Acervo Altair Malacarne |
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| Atualização:
18.09.2009
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