|
|
 |
Indice
de estações
...
(1949-1971)
Barbados
Colatina
Santa Joana
...
ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: N/D
... |
 |
| |
|
|
| E.
F. Vitória a Minas (1949-1971) |
COLATINA
(SEGUNDA ESTAÇÃO)
Município
de Colatina, ES |
| EFVM -
km 128 (1960) |
|
ES-3129 |
| |
|
Inauguração: 1949 |
| Uso atual: demolida |
|
sem
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d
|
| |
| HISTORICO
DA LINHA: A E. F. Vitoria a Minas foi aberta em 1904 num pequeno trecho
a partir do porto de Vitória e tinha como objetivo principal
transportar as culturas da região ao longo do Rio Doce, especialmente
a produção de café. Com enormes dificuldades
ela foi avançando no sentido da cidade mineira de Diamantina;
em 1910, empresãrios ingleses a compraram para eletrificá-la
e transportar minério da região de Itabira. O seu objetivo
passava a ser agora atingir Itabira e se encontrar com a futura linha
da EFCB que partindo de Sabará atingiria São José
da Lagoa (Nova Era). Em 1919 o empresário americano Percival
Farquhar a comprou e depois de inúmeras reviravoltas políticas,
a estrada, afinal nunca eletrificada, foi encampada pela recém-fundada
Cia. Vale do Rio Doce (CVRD) em 1942, a qual maneja a ferrovia até
hoje. Modernizou-a nos anos 1940, alterando o traçado acidentado
na região de Vitória, isto depois de a linha ter finalmente
se ligado à EFCB em Nova Era em 1937, Em 2002, o antigo ramal
de Nova Era foi totalmente modificado e a EFVM passou a comandar a
linha desde Vitória até a região de Belo Horizonte,
depois de passar por Itabira, região do minério de ferro.
É a ferrovia mais rentável do Brasil e uma das pouquíssimas
ferrovias a manter no País até hoje os trens de passageiros. |
| |
| A ESTAÇÃO:
A estação de Colatina - a segunda - foi inaugurada
em 1949 apenas como uma plataforma. "Esta estação improvisada
foi construída pela CIA MORRISSON-KNUDSEN que retificou e reforçou
a linha da EFVM durante a 2ª guerra mundial. Presumo que a venda de
passagens era feita do outro lado da linha, em edificação feita na
Esplanada (nome de um atual bairro da cidade), para onde a estação
se mudou posteriormente e onde ficou até a construção do desvio do
centro da cidade. Ficava junto à margem direita do rio Santa Maria
do Rio Doce, onde havia também linhas laterais para estacionamento
e um triângulo de reversão. Inicialmente era apenas uma
plataforma de embarque do lado direito da linha férrea no sentido
Belo Horizonte. Depois foi construída do lado esquerdo. Passei por
esta estação entre 1956 e 1958. O comboio continuava a passar
pelo centro, causando transtorno na cidade que fizera crescer. Assim,
em 1971 foi construído uma variante passando por fora do perímetro
urbano. A terceira estação de Colatina foi erguida a montante do rio
Doce, em lugar semi-deserto chamado Acampamento" (Altair
Malacarne, 08/2005). (Veja também COLATINA
- Primeira estação; COLATINA
- Terceira estação) |
| |
|
|

A estação na sua inauguração
em 1949. Cessão Altair Malacarne |

Triângulo de reversão de Colatina. A estação
(a segunda) aparece na linha principal, um dos lados do triângulo.
Cessão Altair Malacarne |

Trilhos passam pela cidade, nos anos 1950. Foto da Enciclopédia
dos Municípios Brasileiros, 1958 |
Da segunda estação sobrou apenas esta caixa d'água,
em abril de 2004. Foto Alex Rossi |
|
|
|
| |
|
|
| Atualização:
14.06.2010
|
|