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E.
F. Sorocabana (1920-1971)
FEPASA (1971-1994)
CPTM (1994-2008) |
PRESIDENTE
ALTINO
Município
de Osasco, SP |
| Linha-tronco
- km 14,019 (1931) |
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SP-1339 |
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Inauguração: 1920 |
| Uso atual: estação
de trens metropolitanos |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1979
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| HISTORICO
DA LINHA: A E. F. Sorocabana foi fundada em 1872, e o primeiro trecho
da linha foi aberto em 1875, até Sorocaba. A linha-tronco se expandiu
até 1922, quando atingiu Presidente Epitácio, nas margens do rio Paraná.
Antes, porém, a EFS construiu vários ramais, e passou por trocas de
donos e fusões: em 1892, foi fundida pelo Governo com a Ytuana, na
época à beira da falência. Em 1903, o Governo Federal assumiu a ferrovia,
vendida para o Governo paulista em 1905. Este a arrendou em 1907 para
o grupo de Percival Farquhar, desaparecendo a Ytuana de vez, com suas
linhas incorporadas pela EFS. Em 1919, o Governo paulista voltou a
ser o dono, por causa da situação precária do grupo detentor. Assim
foi até 1971, quando a EFS foi uma das ferrovias que formaram a estatal
FEPASA. O seu trecho inicial, primeiro até Mairinque, depois somente
até Amador Bueno, desde os anos 20 passaram a atender principalmente
os trens de subúrbio. Com o surgimento da CPTM, em 1994, esse trecho
passou a ser administrado por ela. Trens de passageiros de longo percurso
trafegaram pela linha-tronco até 16/1/1999, quando foram suprimidos
pela concessionária Ferroban, sucessora da Fepasa. A linha está ativa
até hoje, para trens de carga. |
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A ESTAÇÃO: Quando se iniciou a sua construção, em
1918, o posto tinha apenas o nome de "km 14". O motivo de
sua instalação nesse local parece ter sido o fato
de ali terem se construído os desvios para o Frigorífico
Wilson. Na sua inauguração, em 1920, já recebeu o nome de Presidente

Acima, os desvios do Frigorífico Wilson,
que parecem ter sido os responsáveis pela construção
da estação no km 14. Eles saíam (ainda saem)
da frente da estação, que, até 1978, ficava
no lado oposto à linha em relação aonde está
hoje. (Guia SP, 1978).
Altino, uma homenagem ao então Governador (na
época, Presidente) do Estado, Altino Arantes. Em 1930,
o seu nome foi alterado para General Miguel Costa, comandante
das milícias de Vargas em São Paulo após a

Acima, a área do Centro Industrial do Jaguaré
sendo loteada, nos anos 1940. Este anúncio foi publicado
em junho de 1946. Não sei se foi o primeiro. Até 1950,
o anúncio seguiu sendo publicado (Revista Brasil Madeireiro,
junho de 1946 - Acervo Ralph M. Giesbrecht). Abaixo, por volta de
1945, ou mesmo antes, a ponte do Jaguaré, o rio Pinheiros
seguindo no sentido da foz no Tietê, e, à esquerda,
parte do Centro Industrial, já arruado. A outra parte fica
atrás do morro à esquerda (O Estado de S. Paulo, publicada
em 2007).
revolução. Em 1932, a estação foi renomeada com o nome original.
O nome de Miguel Costa só foi recolocado como estação
em 1987, na antiga Matadouro, mais à frente. A estação de
Presidente Altino, originalmente

Do pátio de Presidente Altino (fora do
mapa, à esquerda da linha, no alto), a partir dos anos 1950,
passou a sair uma rede de desvios que se ligavam ao tronco da EFS
no alto à esquerda (embora, no mapa, a ligação
não esteja feita, mas o ponto é ali mesmo). Essa rede
hoje está praticamente toda extinta, tendo sobrevivido até
2003 o ramal que passava junto à Marginal do Rio Pinheiros
(Avenida Engenheiro Billings, no centro à direita). Veja
mais sobre estes ramais (Guia SP, 1978).

Acima, à esquerda, em janeiro de 2003, o trem cargueiro estacionado
esperando para entrar na Cimento Cauê, quase invisível
ao fundo da foto. Ao lado, a Marginal de Pinheiros, aí chamada
de Avenida Engenheiro Billings. Ao alto, as favelas que acabaram
com os ramais. Ainda acima, na foto à direita, os desvios,
já sem serviço, em 2005, no cruzamento com a avenida
Alexandre Mackenzie, sentido sul, no mapa. Por ali passava esse
trem de cimento. O último movimento que vi nesse ponto foi
a passagem de uma locomotiva LEW cruzando a avenida, um ano antes
(2004), sozinha, com um maquinista e um outro acessor em pé
no estribo, como a dizer adeus, Cena bonita e eu sem uma máquina
fotográfica na mão. Veja
mais sobre estes ramais (Fotos Ralph M. Giesbrecht, 2003
e 2005).
onde hoje funciona um depósito da CPTM, do outro lado
dos trilhos em relação a hoje, dava frente para o lado sul dos mesmos.
Nessa velha estação existiu um bar (ver abaixo). Demolida
em 1979, foi substituída
Anúncio do bar da estação antiga de Presidente
Altino (Guia Oficial da E. F. Sorocabana, 2o semestre 1953)
pela nova, aberta em 25 de janeiro desse ano pelo setor
de subúrbios da Fepasa, hoje CPTM, dando frente para o lado norte.
Dali sai o ramal da CPTM que segue para Jurubatuba, em Santo
Amaro, construído pela Sorocabana, em 1957. O pátio da estação,
enorme, é um hoje um depósito de trens de carga, carros de passageiros
e vagões da CPTM e da antiga Fepasa, saindo dali os desvios da atual
ALL que atendem toda a região industrial do Jaguaré. (Fontes:
Relatórios oficiais da Sorocabana; Ricardo Koracsony; Ralph
M. Giesbrecht; Guia Oficial da E. F. Sorocabana, 2o semestre 1953;
Coaraci Camargo; Antonio Carlos Cardoso; José Luiz Alves de Oliveira;
revista "Nossa Estrada"; William Gimenez; Marcos Zeituni)
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O chefe da estação de Presidente Altino nos anos
1930, Ernesto Fernandes, posa na plataforma com familiares e
funcionários da EFS. Foto cedida por Antonio Carlos Cardoso |

A estação, apinhada de gente, em 1956. Foto de
jornal da época, cedida por Coaraci Camargo |

A estação em 1976. Acervo José Luiz Alves de Oliveira,
de Osasco, SP |

A estação antiga de Presidente Altino, em 1977.
Foto cedida por Ricardo Koracsony, extraída da revista
"Nossa Estrada". |

Ainda a estação antiga. Foto cedida por Ricardo
Koracsony, extraída da revista "Nossa Estrada". |

A estação atual em construção, em
1978. Acervo Ralph M. Giesbrecht |

A estação, nos anos 1990. Foto cedida por William
Gimenez |

Em 21/06/1998, a estação da CPTM. Foto Ralph Mennucci
Giesbrecht |

Plataforma da estação, em 2001. Foto Marcos Zeituni |

Plataforma da estação antiga, em 12/2002, já
demolida há anos. Foto Ricardo Koracsony |
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| Atualização:
24.01.2008
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