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VXY Mogiana em MG
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(1947-2002):
Presidente Alves
Quilômetro 75
Pirajuí
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Saída para o ramal de Pirajuí (1925-1947): Pirajuí-ramal
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Tronco NOB - 1935
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: S/D
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E. F. Noroeste do Brasil (1925-1975)
RFFSA (1975-1996)
QUILÔMETRO 75
(ENGENHEIRO PENIDO)
Município de Pirajuí, SP
Linha-tronco - km 75 (1925)   SP-0574
    Inauguração: 15.11.1925
Uso atual: abandonada (2002)   com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
 
 
HISTORICO DA LINHA: A Estrada de Ferro Noroeste do Brasil foi aberta em 1906, seguindo a partir de Bauru, onde a Sorocabana havia chegado em 1905, até Presidente Alves, em setembro de 1906. Em janeiro de 1907 atingia Lauro Müller, em 1908 Araçatuba e em 1910 atingia as margens do rio Paraná, em Jupiá, de onde atravessaria o rio, de início com balsas, para chegar a Corumbá, na divisa com a Bolívia, anos depois. O trecho entre Araçatuba e Jupiá, que até 1937 costeava o rio Tietê em região infestada de malária, foi substituído nesse ano por uma variante que passou a ser parte do tronco principal, enquanto a linha velha se tornava o ramal de Lussanvira. Em 1957, a Noroeste passou a fazer parte da RFFSA. Transportou passageiros até cerca de 1995, quando esse transporte foi suprimido. Em 1996, a RFFSA deu a concessão da linha para a Novoeste, que transporta cargas até hoje.
 
A ESTAÇÃO: O posto do quilômetro 75, ou km 75, foi aberto com a ajuda da Prefeitura do município de Pirajuí em 1925 para servir de saída para o ramal de Pirajuí. Em setembro de 1948, o ramal foi extinto e incorporado à linha principal através de uma retificação na linha, mas o posto telegráfico continuou existindo para abastecimento de água e de lenha. Havia noites, por volta de 1953, em que cinco ou seis trens de carga permaneciam estacionados em seus desvios, para abastecimento de lenha e água, tornando-se difícil aos ferroviários do tráfego o cumprimento das escalas de 24 horas de serviço por 24 horas de repouso. Com a chegada das locomotivas diesel a partir de 1956 e a extinção das locomotivas a vapor, os lenheiros foram desaparecendo. A estação passou a chamar-se Engenheiro Penido. Aos poucos, as locomotivas a vapor tracionando trens de carga e passageiros foram sendo extintas e com isso veio o fechamento da estação, com erradicação dos trilhos dos seus desvios. Com a importância reduzida, foi extinto mais tarde, e demolido: em 2002, somente restava por ali a caixa d'água, sem utilidade nenhuma. As informações em janeiro de 2008 dão conta de que a caixa d'água já não está mais lá.
(Fontes: José Hemrique Bellorio; O Avaiense, janeiro de 2008)
     

Em 10/01/2002, somente sobrou a caixa d'água, hoje inútil, no velho posto do quilômetro 75... Foto José Henrique Bellorio
   
     
     
Atualização: 17.08.2013
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