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Ibaté
Tamoio
Chibarro
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Tronco CP-1935
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: SIM
ÚLTIMA VEZ: 2006
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Cia.
Paulista de Estradas de Ferro (1909-1971)
FEPASA (1971-1998) |
TAMOIO
Município
de Ibaté, SP |
| Linha-tronco
- km 227,801 (1958) |
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SP-2896 |
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Inauguração: 20.08.1909 |
| Uso atual: abandonada |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1921
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| HISTORICO
DA LINHA: A linha-tronco da Cia. Paulista foi aberta com seu primeiro
trecho, Jundiaí-Campinas, em 1872. A partir daí, foi prolongada até
Rio Claro, em 1876, e depois continuou com a aquisição da E. F. Rio-Clarense,
em 1892. Prosseguiu por sua linha, depois de expandi-la para bitola
larga, até São Carlos (1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção
leste da São Paulo-Goiaz (1927), expandiu a bitola larga por suas
linhas, atravessando o rio Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de
volta até Bebedouro (1929), chegando finalmente a Colômbia, no rio
Grande (1930), onde estacionou. Em 1971, a FEPASA passou a controlar
a linha. Trens de passageiros trafegaram pela linha até março
de 2001, nos últimos anos apenas no trecho Campinas-Araraquara. |
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A ESTAÇÃO:
A estação de Tamoio foi inaugurada como um posto telegráfico,
em 1909, para atender à usina e fazenda Tamoio, bastante próxima
a Ibaté. Em 14/07/1922, o posto foi promovido a estação, ganhando
um novo prédio. O prédio foi terminado em 1921 - está
no dístico da própria estação, em relevo.
Desta estação partia um ramal, pertencente à Usina Refinadora Paulista,
de 30 km, em bitola métrica e que ia até a fazenda e usina Tamoio,
transportando açúcar e derivados. Em 09/11/1944, Sud Mennucci
esteve na vila, bastante desenvolvida então, para inaugurar uma oficina
de carpintaria que levava seu nome, conforme descreve reportagem de
O Estado de S. Paulo: "Depois de alguns minutos de automóvel
por uma estrada que corta canaviais a se perderem de vista, chegou
à Usina Tamoio. No solar da família Morganti foi oferecido aos visitantes
um almoço (...) Seguiu-se a visita ao Grupo Escolar, com saudação
de uma aluna e inauguração da "Oficina Sud Mennucci" (...). Hoje
quase nada existe mais, o que

ACIMA: Um dos armazéns de Tamoio em 21/12/2008
(Foto Rafael Correa). ABAIXO: Como era o pátio de Tamoio nos
anos 1970, já no tempo da Fepasa (Clique sobre a figura para
ter maiores informações) (Acervo Museu da Companhia
Paulista, Jundiaí, SP - Reprodução Caio Bourgi).
sobrou está em total abandono. Em 1986, o prédio da estação
já estava em mau estado, e suas portas e janelas, fechadas com chapas.
Hoje (1998), a estação continua da mesma forma; as chapas continuam
lá. O mato alto em volta dificulta o acesso a ela; há dois armazéns,
um menor, junto à linha, e outro, bem grande, que era alcançado por
um desvio, ainda existente em 1986, mas hoje eliminado. Junto a eles,
uma pequena vila, abandonada; há uma agência de correio, prédio de
pelo menos cinqüenta anos, fechado. A estação pode ser vista da rodovia
Washington Luiz, ficando num ponto em que o leito da linha passa bem
junto à estrada, acompanhando o seu lado oeste. (Veja também
FAZENDA TAMOIO)
(Veja também E.
F. Usina Tamoio)
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local, 1998-2005;
Rafael Correa, 2008; Antonio Carlos Britto, 2009; Caio Bourgi; Filemon
Peres; O Estado de S. Paulo, 1944; Cia. Paulista: Relatórios
oficiais, 1910-1969; Acervo Museu da Companhia Paulista, Jundiaí,
SP; Mapa - Acervo R. M. Giesbrecht) |
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1918 - Ao fundo, a estação original. Foto Filemon
Peres |

Em 21/08/1998, a estação, já fechada e
abandonada. Foto Ralph M. Giesbrecht |

21/08/1998 - Foto Ralph M. Giesbrecht |

Outro aspecto da estação de Tamoio (21/08/1998).
Foto Ralph M. Giesbrecht |

A estação em 21/12/2008. Foto Rafael Correa |

A estação e, ao fundo, um dos armazéns.
Foto Rafael Correa em 21/12/2008 |
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| Atualização:
24.07.2009
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