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Cia.
Paulista de Estradas de Ferro (1928-1971)
FEPASA (1971-1998) |
AIMORÉS
Município
de Bauru, SP |
| Ramal de
Bauru - km 28,800 |
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SP-0889 |
| Linha-tronco
oeste - km 330,233 |
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Inauguração: 24.02.1928 |
| Uso atual: demolida |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já
demolido)
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| HISTORICO
DA LINHA: O chamado tronco oeste da Paulista, um enorme ramal que
parte de Itirapina até o rio Paraná, foi constituído em 1941 a partir
da retificação das linhas de três ramais já existentes: os ramais
de Jaú (originalmente construído pela Cia. Rio-clarense e depois por
pouco tempo de propriedade da Rio Claro Railway, comprada pela Paulista
em 1892), de Agudos e de Bauru. A partir desse ano, a linha, que chegava
somente até Tupã, foi prolongada progressivamente até Panorama, na
beira do rio Paraná, onde chegou em 1962. A substituição da bitola
métrica pela larga também foi feita progressivamente, bem como a eletrificação
da linha, que alcançou seu ponto máximo em 1952, em Cabrália Paulista.
Em 1976, já com a linha sob administração da FEPASA, o trecho entre
Bauru e Garça que passava pelo sul da serra das Esmeraldas, foi retificado,
suprimindo-se uma série de estações e deixando-se a eletrificação
até Bauru somente. Trens de passageiros, a partir de novembro de 1998
operados pela Ferroban, seguiram trafegando pela linha precariamente
até 15 de março de 2001, quando foram suprimidos. |
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| A ESTAÇÃO:
A estação de Aimorés foi aberta em 1928,
ainda no ramal de Bauru. Em 1941, passou a fazer parte do tronco
oeste da Paulista, com as modificações na linha ocorridas nesse ano.
Junto a essa estação existe uma subestação
de força para alimentação da linha elétrica
que existiu até 1999. Em 1986, a estação de Aimorés
já era vítima da depredação. Foi demolida; em janeiro de 2001 sobrava
somente a plataforma com a estrutura metálica da cobertura. O relato
de 6/1/2001 mostra o estado de coisas na subestação junto à estação:
"Estivemos hoje na subestação de força de Aimorés, e constatamos
in loco que ali tudo é passado. A subestação foi literalmente "detonada",
dos transformadores externos só deixaram os cascos. Dentro do prédio,
não sobrou um centímetro de fio de cobre que enroalva espécies de
rotores elétricos. Cacos de vidro, tijolos, ladrilhos é o que mais
tem pos todo lado. As casa e um escritório, todas destelhadas e com
o madeiramento retirado. Só sobrou intacta uma caixa d'água metálica
suspensa, com o logotipo da Fepasa..." (Edson Castro, Jaú). Em
julho de 2005, apenas os pilares metálicos da plataforma oposta
à estação demolida estavam por ali. |
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A estação em 1986. Foto do relatório da
Fepasa, 1986 |

Plataforma do outro lado dos trilhos em frente à estação
em 1986. Foto do relatório da Fepasa, 1986 |

A estação em 1986. Foto do relatório da
Fepasa, 1986 |

A plataforma e a cobertura que restaram de Aimorés, em
2002. Foto Kenzo Sasaoka |

Em julho de 2005 somente restam os pilares metálicos
da antiga plataforma oposta à estação demolida.
Abandono total. Foto Eric Silva |

Em julho de 2005 somente restam os pilares metálicos
da antiga plataforma oposta à estação demolida.
Abandono total. Foto Eric Silva |
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| Atualização:
14.08.2005
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