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Cia.
Paulista de Estradas de Ferro (1924-1971)
FEPASA (1971-1998) |
CILLOS
Município
de Santa Bárbara D'Oeste, SP |
| Ramal de
Piracicaba - km 84,150 |
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SP-0047 |
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Inauguração: 01.10.1924 |
| Uso atual: abandonada |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1924
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| HISTORICO
DA LINHA: Embora idealizado desde o fim do século XIX para ligar Limeira
a Piracicaba, somente em 1916 o ramal de Piracicaba começou a ser
construído pela Cia. Paulista, mas saindo de Recanto, estaçãozinha
logo após Nova Odessa. Em 1917 chegou a Santa Barbara para aí estacionar
até 1922, quando se o prolongou até a estação terminal de Piracicaba
Paulista. O ramal tinha bitola larga e não se ligava com o ramal do
mesmo nome, da Sorocabana, cruzando-se na entrada da cidade em desnível.
Em 1922, tencionava-se o prolongamento até Bauru, idéia abandonada
em 1925 por causa das dificuldades das serras no caminho. Apesar disso,
em 1969 voltou a se falar na ligação Piracicaba-Torrinha, que também
não saiu. Em 20 de fevereiro de 1977, o tráfego de passageiros foi
suprimido, e nos anos 90, o ramal foi abandonado. Os trilhos estão
lá até hoje e a concessionária Ferroban estuda uma possível reativação
dos cargueiros pela linha, hoje coberta pelo mato. |
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| A ESTAÇÃO:
Cillos foi a última estação das do ramal de Piracicaba a ser
construída. Ficava em terras do sítio Boa Esperança,
da família de imigrantes italianos De Cillo desde 1903.
Dái o nome. Ali começou a funcionar uma usina de açúdar
em 1910, que foi muito bem até ser desativada já com
prejuízos em 1979. Segundo o relatório de 1924 da Cia. Paulista,
o custo de construção da estação foi de R$ 34:342$000,
depois de informar laconicamente que "construiu-se a nova estação
de Cillos no ramal de Piracicaba (...)". Em 1968, foi transformada
em parada, devido ao baixo movimento. Cillos hoje pode ser
alcançada por dois caminhos: seguindo pela estrada de Nova Odessa
a Santa Bárbara, ou vindo de Americana seguindo-se até
o fim da avenida Cillos. Fica ao sul da linha, hoje acompanhando,
naquele trecho, os muros de um condomínio fechado de casas que tem
o nome da estação. O prédio, hoje (2003) totalmente abandonado e em
mau estado, tem armazém e sala de passageiros conjugados. As casas
da vila ferroviária, ocupadas até pouco tempo atrás
como moradias, com galinhas andando em volta, também estão
vazias. "Neste mês de outubro (de 2003) alguém tirou todas
as telhas e o madeiramento das casas da estação Cillos, que já estavam
fechadas e abandonadas, mas ainda habitáveis. Agora só nos resta esperar
as paredes cairem..." "Neste fim de semana (23/5/2004)
passei em frente à estação e vi que terminaram a demolição das casas
e estão utilizando os tijolos para lacrar as entradas da estação.
A grande porta dela já está quase totalmente lacrada, a porta da lateral
à direita está fechada com tijolos também. A única porta que ainda
está aberta é a que dá para a plataforma, mas acredito que por poucos
dias." (Fontes: relatórios da CP, do autor e relatos
de J. Carlos Bratfich) |
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A estação de Cillos na época da inauguração.
Notar os trilhos ainda novos no desvio da estação.
Foto cedida por Hermes Y. Hinuy |

A estação de Cillos, nos anos 1960, ainda com
movimento. Foto Augusto Strazdin, acervo Arquivo Histórico
Industrias Romi, cessão Antonio Angolini |

A estação em 1980. Foto José Pinto Siqueira
Jr. |

A estação nos anos 1990. Acervo Wanderley Duck |

A velha estação de Cillos, em 28/05/1996. Foto
Ralph M. Giesbrecht |

A velha estação de Cillos, em 28/05/1996. Foto
Ralph M. Giesbrecht |

A velha estação de Cillos, em 28/05/1996. Foto
Ralph M. Giesbrecht |

A estação, lado da fachada, em 2003. Foto J. Carlos
Bratfich |
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| Atualização:
11.10.2005
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