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E.
F. Carangola (n/d-1890)
E. F. Leopoldina (1890-1975)
RFFSA (1975-1996) |
SANTA
MARIA
Município
de Campos, RJ |
| Linha do
Litoral - km 380,408 (1960) |
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RJ-0035 |
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Inauguração: n/d |
| Uso atual: abandonada |
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com
trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: anos
1930 |
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| HISTORICO
DA LINHA: O que mais tarde foi
chamada "linha do litoral" foi construída por diversas companhias,
em épocas diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela
Leopoldina até a primeira década do século XX. O primeiro trecho,
Niterói-Rio Bonito, foi entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril
Niteroiense, constituída em 1871, e depois absorvida pela Cia. E.
F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina comprou o trecho. A Macaé-Campos,
por sua vez, havia construído e entregue o trecho de Macaé a Campos
entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro do Itapemirim,
foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa empresa
foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida
à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E.
F. Sul do Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907,
a Leopoldina construiu uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo
os dois trechos ao norte e ao sul do rio. A linha funciona até hoje
para cargueiros e é operada pela FCA desde 1996. No início dos anos
80 deixaram de circular os trens de passageiros que uniam Niterói
e Rio de Janeiro a Vitória. |
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A ESTAÇÃO:
A estação de Santa Maria é uma bela construção
dos anos 1930, e certamente não a estação original,
mais antiga. Está abandonada. Não sei a data de abertura
da estação, mas aparentemente a história de sua
instalação foi contada aqui: "Enquanto almoçava
no único restaurante a quilo da minúscula Santa Maria, descobri que
a proprietária, a gentil Sra. Jayra, tem uma íntima ligação com a
estação ferroviária. De acordo com ela, no passado, sua avó, de nome
Leonídia, liderou um protesto de moradores pela construção de uma
estação a fim de atender aos residentes daquela localidade. Toda vez
que a locomotiva se aproximava, os moradores colocavam um tronco na
linha e acenavam com bandeiras vermelhas, forçando o trem a parar.
Os sucessivos protestos surtiram efeito e a estação foi erguida"
(Carlos Latuff, 21/07/2007).
(Fontes: Eliezer Magliano; Carlos Latuff; Edmundo Siqueira:
Resumo Histórico da Leopoldina Railway, 1938; Guia Geral das
Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Guias Levi, 1932-1979; Mapa - acervo
R. M. Giesbrecht) |
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Acima, a estação e seu belo dístico, bem
"anos 30". Ao lado, detalhe da plataforma, porta e
placa de quilometragem. Fotos Eliezer Magliano |
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A estação em 04/2004. Foto Eliezer Magliano |
A estação em 04/2004. Foto Eliezer Magliano |

A estação em 2010. Autor desconhecido |
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| Atualização:
08.06.2010
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