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Monlevade
Lins-velha
Guaiçara
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Tronco NOB - 1935
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ESTIVE NO LOCAL: SIM
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: 1994
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| E. F. Noroeste do
Brasil (1908-1962) |
LINS-VELHA
Município de Lins, SP |
| Linha-tronco - km 151,043 (1949) |
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SP-4295 |
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Inauguração: 16.02.1908 |
| Uso atual: em reforma |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: 1922 |
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| HISTORICO DA LINHA: A Estrada
de Ferro Noroeste do Brasil foi aberta em 1906, seguindo a partir
de Bauru, onde a Sorocabana havia chegado em 1905, até Presidente
Alves, em setembro de 1906. Em janeiro de 1907 atingia Lauro Müller,
em 1908 Araçatuba e em 1910 atingia as margens do rio Paraná,
em Jupiá, de onde atravessaria o rio, de início com balsas, para chegar
a Corumbá, na divisa com a Bolívia, anos depois. O trecho entre
Araçatuba e Jupiá, que até 1937 costeava o rio Tietê em região infestada
de malária, foi substituído nesse ano por uma variante que passou
a ser parte do tronco principal, enquanto a linha velha se tornava
o ramal de Lussanvira. Em 1957, a Noroeste passou a fazer parte da
RFFSA. Transportou passageiros até cerca de 1995, quando esse transporte
foi suprimido. Em 1996, a RFFSA deu a concessão da linha para a Novoeste,
encampada pela ALL em 2006. |
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A ESTAÇÃO: A estação deu
origem à cidade e foi aberta em 1908 com o nome de Albuquerque
Lins, antigo Presidente (Governador) do Estado. O nome foi
dado no dia da inauguração; o nome da estação
durante o projeto e a construção da ferrovia era o de

ACIMA: A rotunda de Lins, hoje em péssimo
estado e sendo utilizada como depósito de materiais pela Prefeitura
da cidade (Fotos Daniel Gentili em 27/4/2009). ABAIXO:
Esta foto muito interessante em Lins tomada em 1959 mostra uma das
três locomotivas 4-10-2 da Estrada de Ferro Araraquara, então alugadas
à Noroeste. Pelo visto a loco da foto estava "no estado" e,
ou ainda iria ser restaurada para operação pela NOB, ou já estava
servindo de fonte de peças para as outras duas. Estas locos 4-10-2
da EFA foram as mais possantes locomotivas a vapor convencionais de
bitola métrica utilizadas no Brasil. (Texto: Eduardo Coelho; Foto
Edison Milani).

Campestre, derivado do patrimônio de Santo
Antônio do Campestre, iniciado por Manuel Francisco Ribeiro
em 1906. Em 1913, o distrito de paz foi implantado no município
de Bauru com o nome da estação, Albuquerque
Lins. O município foi criado em 1920. Em 1922, construiu-se
um novo prédio para a estação. Em 1926, o nome da estação
e da cidade passou a ser somente Lins. A estação
foi desativada em 15 de novembro de 1962 (segundo
ACIMA:
A segunda estação de Lins com as casas da vila ferroviária
(Autor desconhecido). ABAIXO: A mesma vila ferroviária da foto
acima, hoje, com as janelas (infelizmente) modificadas. Há
diversas casas já descaracterizadas (Foto Daniel Gentili em
27/5/2009).

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Veja a rotunda do pátio de Lins
clicando sobre a fotografia acima. AO LADO: Albuquerque Lins
em 1908 (A Lua, março de 1908).
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conta Antonio Silvano Gustinelli), quando se
completou a variante de Lins, que fez com que uma estação mais
nova fosse aberta no mesmo dia em local diferente. Depois de abrigar
a Polícia Militar, em 2010 estava em reforma para, em princípio,
abrigar um museu da prefeitura. (Veja também LINS-NOVA)
(Fontes: Kauê Obara Kurimori; Antonio Silvano Gustinelli;
Daniel Gentili; Fabio Vasconcellos; A Lua, 1908; COMDEPHAC - Lins;
Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
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A primeira estação de Albuquerque Lins, em 1919.
Acervo Fábio Vasconcellos |

A segunda estação de Lins, já diferente
da primeira, em 1940. Foto cedida por Fábio Vasconcellos |

A estação de Lins, hoje desativada e servindo
à PM. Foto Daniel Gentili em 27/4/2009 |
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| Atualização:
03.07.2011
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