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João Ramalho
Moema
Rancharia
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Tronco EFS - 1935
IBGE-1974
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ESTIVE NO LOCAL: NÃO
ESTIVE NA ESTAÇÃO: NÃO
ÚLTIMA VEZ: S/D
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E. F. Sorocabana
(1937-1971)
FEPASA (1971-1998) |
MOEMA
Município de João Ramalho, SP |
| Linha-tronco - km 692,045 (1937) (*);
km 644,112 (1960) (**) |
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SP-2489 |
| Altitude: 522 m |
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Inauguração: 21.07.1937 |
| Uso atual: demolida |
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com trilhos |
| Data de construção do
prédio atual: n/d (já demolida) |
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(*) As quilometragens
foram alteradas em 1928, devido às retificações
feitas entre São Paulo e Iperó neste ano e em 1953,
(**) devido às retificações feitas entre Conchas
e Manduri neste ano.
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| HISTORICO DA LINHA: A E. F. Sorocabana
foi fundada em 1872, e o primeiro trecho da linha foi aberto em 1875,
até Sorocaba. A linha-tronco se expandiu até 1922, quando atingiu
Presidente Epitácio, nas margens do rio Paraná. Antes, porém, a EFS
construiu vários ramais, e passou por trocas de donos e fusões: em
1892, foi fundida pelo Governo com a Ytuana, na época à beira da falência.
Em 1903, o Governo Federal assumiu a ferrovia, vendida para o Governo
paulista em 1905. Este a arrendou em 1907 para o grupo de Percival
Farquhar, desaparecendo a Ytuana de vez, com suas linhas incorporadas
pela EFS. Em 1919, o Governo paulista voltou a ser o dono, por causa
da situação precária do grupo detentor. Assim foi até 1971, quando
a EFS foi uma das ferrovias que formaram a estatal FEPASA. O seu trecho
inicial, primeiro até Mairinque, depois somente até Amador Bueno,
desde os anos 20 passaram a atender principalmente os trens de subúrbio.
Com o surgimento da CPTM, em 1994, esse trecho passou a ser administrado
por ela. Trens de passageiros de longo percurso trafegaram pela linha-tronco
até 16/1/1999, quando foram suprimidos pela concessionária Ferroban,
sucessora da Fepasa. A linha está ativa até hoje, para trens de carga. |
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A ESTAÇÃO: Moema
foi uma das últimas estações a ser aberta pela Sorocabana no tronco,
em. A inauguração deu-se em 1937.
Já foi demolida, tendo sobrado apenas a plataforma
e a escadaria do antigo prédio.
"A estação ficava nas terras de meu bisavô,
o finado Antônio Marques, que morava em Quatá, e foi
nessa fazenda, inclusive, que minha mãe nasceu. Minha mãe
disse que havia, além
da estação, um pequeno galpão e casas para os
ferroviários. Um tio-avô, que ainda mora em Quatá,
me disse que a estação tão logo foi desativada,
começou a ruir; porque os trens não paravam mais, e
a vibração fez a estação cair"
(Josué Modesto Passos, Limeira, SP, 11/2001).
Tendo desembarcado
em Santos, os dois futuros capi da família Cazzolato (...) fixaram-se
(...) no município de Quatá, mais precisamente no bairro da
Água Fria. Esse bairro pode ser considerado o berço da família
Cazzolato no Brasil, pois ali nasceram quase todos os filhos
de Marco Rino e metade de seus netos. Natale ali se casou e
teve todos os cinco filhos. A referência urbana dos aguafrienses,
porém, não era Quatá, a sede municipal, mas Rancharia, sede
do município vizinho, muito mais próxima. Em termos de transporte,
a referência era Moema, a estação ferroviária da qual se serviam
nas viagens para São Paulo ou Presidente Prudente. Cerca de
três décadas depois, o bairro em que viviam, junto ao limite
Quatá/Rancharia, passou a integrar o município de João Ramalho,
emancipado em 1959.
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AO LADO:
transcrito de www.cazzolato.com.br).
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(Fontes: Josué Modesto Passos; www.cazzolato.com.br;
FEPASA: Relatório de Instalações Fixas,
1986; IBGE, 1974; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht) |
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Ao fundo, a escadaria do velho prédio da estação,
em 12/2001. Foto Josué Modesto Passos |

Ao fundo, a escadaria do velho prédio da estação,
em 12/2001. Foto Josué Modesto Passos |
Ao fundo, a escadaria do velho prédio da estação,
em 12/2001. Foto Josué Modesto Passos |

A plataforma da velha estação, vista no sentido
de Presidente Epitácio, em 12/2001. Foto Josué
Modesto Passos |

Plataforma da estação. Nas árvores, o local
do antigo prédio. Arquivo Rancharia/Facebook |
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| Atualização:
26.12.2016
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